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	<title>Vírgula-Imagem :: Marcelo Terça-Nada &#187; Belo Horizonte</title>
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	<description>Artigos, dicas e links sobre arte, cultura e tecnologia. Intervenções urbanas, poesia visual, revistas eletrônicas, software livre e outras áreas e situações de criatividade, imaginação, difusão, articulação.</description>
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		<title>Eventão na Praia da Estação</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 01:48:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Terça-Nada!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte e cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Horizonte]]></category>
		<category><![CDATA[Intervenção urbana]]></category>
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		<description><![CDATA[No sábado, dia 06 de março de 2010, acontecerá o Eventão de qualquer natureza, mais uma ação de ocupação da Praça da Estação contra o decreto que proíbe a realização de eventos de qualquer natureza naquela praça.
As atividades se iniciam com a Praia da Estação na parte da manhã e se prolongam durante todo o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1789" title="Praia da Estação BH -6 de março de 2010" src="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2010/03/praia-da-estacao-bh6mar_2010.jpg" alt="" width="470" height="300" /></p>
<p>No sábado, dia 06 de março de 2010, acontecerá o <em>Eventão de qualquer natureza</em>, mais uma ação de ocupação da Praça da Estação contra o decreto que proíbe a realização de eventos de qualquer natureza naquela praça.</p>
<p>As atividades se iniciam com a <em>Praia da Estação</em> na parte da manhã e se prolongam durante todo o dia com performances, oficinas, exposições, saraus e debates.</p>
<p>Às 16 hs teremos a a concentração do Maracatu Baque Trovão.</p>
<p>A partir das 17:30hs se iniciam os shows que vão até às 22hs com as apresentações de: Cida Reis, Airton Cruz e Carlinhos Ferreira; Projeto Saravá; Ü e Graveola e o lixo polifônico (com participações de Rafael Macedo, Urucum na Cara e Dead Lover&#8217;s)</p>
<p>Compereça e ajude a divulgar!</p>
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		<title>Vídeo sobre intervenções urbanas do Poro</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 12:13:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Terça-Nada!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte e cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Se o vídeo não estiver aparecendo abaixo, clique aqui 

Desde 2002, o Poro realiza intervenções urbanas em várias cidades. Um pouco dessa história é contada no recém lançado documentário &#8220;Poro &#8211; intervenções urbanas e ações efêmeras&#8221; &#8211; um prato cheio para quem se interessa por questões como paisagem urbana, cidades, outros circuitos, arte no espaço público [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se o vídeo não estiver aparecendo abaixo, <a href="http://poro.redezero.org/video/documentario/" target="_blank">clique aqui </a></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="470" height="353" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=8725870&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00ADEF&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="470" height="353" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=8725870&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00ADEF&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Desde 2002, o Poro realiza intervenções urbanas em várias cidades. Um pouco dessa história é contada no recém lançado documentário <a href="http://poro.redezero.org/video/documentario/" target="_blank">&#8220;Poro &#8211; intervenções urbanas e ações efêmeras&#8221;</a> &#8211; um prato cheio para quem se interessa por questões como paisagem urbana, cidades, outros circuitos, arte no espaço público e questões tangentes. Entre as intervenções presentes no vídeo, estão: <em>Olhe para o céu, Superfície da cidade, Enxurrada de letras, Jardim, Aquários suspensos, Contra as palavras de ordem, Faixas de anti-sinalização, Azulejos de papel, Desenhando no vento</em>.</p>
<p>Agradecemos a gentileza de quem puder dar uma força na divulgação:</p>
<blockquote><p>Estimulamos todos a baixar o vídeo, repassar o arquivo pra frente e/ou exibir onde quiserem. Da mesma forma, agradecemos todos que quiserem colocar o vídeo em seus sites e blogs e/ou divulgar para pessoas, listas e redes que possam se interessar.</p></blockquote>
<p>Links:</p>
<ul>
<li><a href="http://poro.redezero.org/video/documentario/" target="_blank">Página oficial do documentário no site do Poro</a></li>
<li><a href="http://poro.redezero.org/videos/poro-documentario.mp4" target="_blank">Faça download do vídeo em alta qualidade: clique aqui com o botão direito do mouse e escolha &#8220;Salvar link como&#8221;</a> (MP4 – 325Mb)</li>
<li><a href="http://vimeo.com/8725870#embed" target="_blank">Para republicar o vídeo, clique aqui, copie o código</a><a href="http://vimeo.com/8725870#embed" target="_blank"> e cole no seu site ou  blog</a> <em><strong>Dica:</strong> se você tem um blog no wordpress.com, basta  colar esse código no seu post: </em>[vimeo 8725870]</li>
<li><a href="http://poro.redezero.org/downloads_desvios.htm" target="_blank">Para conhecer mais  sobre o trabalho do Poro, faça download do catálogo &#8220;Desvios no  Discurso&#8221;</a></li>
</ul>
<p><span id="more-1767"></span>O documentário foi produzido durante o ano de 2009 e finalizado em fevereiro de 2010. Produção: <a href="http://www.rede.aic.org.br/" target="_blank">Rede Jovem de Cidadania</a> em parceria com o <a href="http://poro.redezero.org/">Poro</a>. Realização: <a href="http://www.aic.org.br/" target="_blank">Associação Imagem Comunitária</a>.</p>
<p>Para dar um gostinho, dois frames do vídeo:</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1771" title="frame do documentário" src="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2010/02/frame1.jpg" alt="" width="430" height="314" /></p>
<p><a href="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2010/02/frame2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1772" title="Outro frame do documentário" src="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2010/02/frame2.jpg" alt="" width="430" height="314" /></a></p>
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		</item>
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		<title>Revista Autofagia 3 disponível para download</title>
		<link>http://virgulaimagem.redezero.org/revista-autofagia-3-disponivel-para-download/</link>
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		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 14:56:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Terça-Nada!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte e cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[A terceira edição da Revista Autofagia está disponível para download gratuito em PDF! Clique para baixar a publicação&#8230;

Capa da Revista Autofagia nº3 – Litogravura de Marcelo Terça-Nada
A Autogafia é editada desde 2004, por Bruno Brum e Makely Ka. O número três foi lançado em 2009 e traz traduções do poeta beatnik Allen Ginsberg feitas por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A terceira edição da <a href="http://virgulaimagem.redezero.org/revista-autofagia-para-download/">Revista Autofagia</a> está disponível para download gratuito em PDF! <a href="http://go2.wordpress.com/?id=725X1342&amp;site=saborgraxa.wordpress.com&amp;url=http%3A%2F%2Fsaborgraxa.files.wordpress.com%2F2010%2F02%2Frevista_de_autofagia_3.pdf" target="_blank">Clique para baixar a publicação&#8230;</a></p>
<p style="text-align: center;"><img title="Capa da Revista  Autofagia nº3 - Litogravura de Marcelo Terça-Nada" src="../wp-content/uploads/2009/09/autofagia1.jpg" alt="Capa da Revista Autofagia nº3 - Litogravura de Marcelo Terça-Nada" width="302" height="301" /><br />
Capa da Revista Autofagia nº3 – Litogravura de Marcelo Terça-Nada</p>
<p>A Autogafia é editada desde 2004, por Bruno Brum e Makely Ka. O número três foi lançado em 2009 e traz traduções do poeta beatnik Allen Ginsberg feitas por Leo Gonçalves,  imagens da série Tramas, de Marcelo Terça-Nada!, uma entrevista com o escritor mineiro Sérgio Fantini, além de textos e traduções de  Bill Knott, Fabrício Marques, Fernanda Salvo, Guilherme Rodrigues, Joca Reiners Terron, Jorge Rocha, Júlia Studart, Kenneth Rexroth, Letícia Féres, Manoel Ricardo de Lima, Micheliny Verunschk, Mônica de Aquino, Paulo Scott e Reuben da Cunha Rocha.</p>
<ul>
<li><a href="http://go2.wordpress.com/?id=725X1342&amp;site=saborgraxa.wordpress.com&amp;url=http%3A%2F%2Fsaborgraxa.files.wordpress.com%2F2010%2F02%2Frevista_de_autofagia_3.pdf" target="_blank">Faça download da 3ª Edição (PDF)</a></li>
<li><a href="http://virgulaimagem.redezero.org/revista-autofagia-para-download/" target="_blank">Conheça mais e faça download das duas primeiras edições</a></li>
</ul>
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		<title>A insurgência das pipas (e outros jogos potencialmente subversivos)</title>
		<link>http://virgulaimagem.redezero.org/a-insurgencia-das-pipas/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 16:43:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Terça-Nada!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Horizonte]]></category>
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		<description><![CDATA[Texto de Wellington Cançado &#124; Fotos: Marcelo Terça-Nada!
1ª Parte
Bente altas, queimada, rolimã, futebol, pipa, pique-esconde: jogos e brincadeiras de rua. Todos extintos com a extinção da própria rua. Afinal, depois de tanto “matar a rua” ao longo do século 20 parece que finalmente conseguimos o que queria Le Corbusier, aquele arquiteto franco-suíço que queria também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1715" title="pipas01" src="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2010/02/pipas01.jpg" alt="" width="430" height="323" /><strong></strong></p>
<p><strong>Texto de Wellington Cançado</strong> | Fotos: Marcelo Terça-Nada!</p>
<h3>1ª Parte</h3>
<blockquote><p>Bente altas, queimada, rolimã, futebol, pipa, pique-esconde: jogos e brincadeiras de rua. Todos extintos com a extinção da própria rua. Afinal, depois de tanto “matar a rua” ao longo do século 20 parece que finalmente conseguimos o que queria Le Corbusier, aquele arquiteto franco-suíço que queria também demolir a Île de la Cité em Paris onde se encontra a Notre Dame para ali erguer a sua “Cidade Radiosa”, uma espécie de Barra da Tijuca primordial.</p>
<p>Mas não é que a rua propriamente dita tenha desaparecido, afinal todos os dias somos surpreendidos por outdoors propagando a duplicação e o alargamento das vias por toda a cidade. O que desapareceu mesmo, foi a possibilidade da rua como lugar do ócio, do encontro, das brincadeiras, dos jogos e da festa. Desapareceu a rua como lugar privilegiado da infância, ou de infâncias privilegiadas. Aquela infância dos nossos pais nas florescentes porém ainda humanas capitais, mas também a rua das crianças dos interiores por todo o país. Ruas em que crianças passavam as noites jogando e brincando, em que os portões eram gol, que a calçada era pista, que o degrau era rampa, que o muro era esconderijo, que a árvore era desafio, que o lixo era brinquedo, que o asfalto era campo, que os carros eram raros. <span id="more-1714"></span></p></blockquote>
<blockquote><p>Pois, as razões desse fato histórico são óbvias: o crescente aumento da frota de veículos sustentada por políticas públicas tardo-desenvolvimentistas equivocadas (vide Linha Verde em Belo Horizonte, duplicação da Marginal em São Paulo e a recente redução de IPI dos automóveis) corroboradas pela gradual e covarde substituição por parte da classe-média urbana de todas as esferas do público por soluções imediatistas e privatistas: o SUS pela Unimed, o grupo escolar pela escola particular, o ônibus pelo “zero quilômetro”, a polícia pelo vigia de plantão, o mercado pelo shopping, o buteco pela praça de alimentação, o bairro pelo subúrbio militarizado, a praça pelo clube da moda, e claro a rua pelo condomínio e seus indefectíveis pilotis, área de lazer, gazebo gourmet e salão de festas.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1716" title="pipas02" src="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2010/02/pipas02.jpg" alt="" width="370" height="278" /></p>
<p>Em tempos de “civilização capsular”, “cocooning”, “cidades de muros”, ou qualquer outra expressão que os teóricos da cidade possam encontrar para descrever esse fenômeno que é global, mas indiscutível e absurdamente mais violento e nefasto nos trópicos, a rua se tornou simplesmente um lugar de passagem e circulação (motorizada, obviamente). E sendo assim, lugar puramente utilitário, regido pelo relógio do trabalho, do comércio e do rush, se tornou lugar escuro, ermo, vazio, perigoso, assustador, terra de ninguém.</p>
<p>Não foram suficientes os escritos de Jane Jacobs ainda na década de 1960 sobre a morte e vida das cidades americanas para mostrar que a rua quando movimentada, frequentada e apropriada fornece a única segurança contra a mediocridade, a violência e a falta de imaginação: a presença do outro, logo ali.</p>
<p>Não são suficientes também as férias na “Europa para todos” oferecidas pela CVC (14 dias, a partir de € 1.044) e o deslumbramento com as ramblas catalãs, as vielas venezianas ou os campos elíseos para entendermos que financiando voluntariamente o desaparecimento da rua estamos abdicando da própria experiência da cidade, da construção de um futuro coletivo e de uma história particular.</p>
<p>Não tem sido suficiente a própria realidade tacanha em que estamos imersos e que sufoca cotidianamente emergências de outras culturas urbanas para que nos engajemos por alguma mudança.</p>
<p>Afinal, nessa cidade estéril e pateticamente previsível, pavimentada, revestida, impermeabilizada não há mais lugar para se “olhar nos olhos dos outros” como escreveu Maria Rita Kehl, nem para a ingenuidade, nem para a imaginação, muito menos para as crianças.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1717" title="pipas03" src="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2010/02/pipas03.jpg" alt="" width="370" height="278" /></p>
<p>Pobres criaturas as crianças. Antes eram o “futuro da nação” e hoje são criadas como ratinhos de laboratórios indefesos em seus enclaves fortificados ou tratadas como criminosas nos poucos recantos públicos disponíveis para se soltar pipas sem medo do choque elétrico e para jogar bola sem se preocuparem com os carros.</p></blockquote>
<h3>2ª Parte</h3>
<blockquote><p>Domingo, 9 de agosto de 2009.<br />
Parque Ecológico da Pampulha, Belo Horizonte.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1718" title="pipas04" src="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2010/02/pipas04.jpg" alt="" width="370" height="278" /></p>
<p>Ótimo espaço para um pic-nic familiar em um fim de semana ensolarado. Muita grama (que se pode pisar, finalmente), tranquilidade, sombra, vento, silêncio, pessoas felizes, milhares de crianças de todas as idades, tamanhos, cores e classes.</p>
<p>Uma toalha xadrez, uma cesta repleta de guloseimas, cervejas geladas, sucos variados, os pés na grama fresca e que não coça, os amigos que estão a caminho, os desconhecidos que nunca estiveram tão próximos, quase nenhuma arquitetura ao redor, nenhum ruído de motor, uma bola dente-de-leite, algumas pipas cuidadosamente construídas ao longo da semana e uma indescritível sensação de liberdade tão nostálgica quanto a primeira parte deste texto.</p>
<p>De repente, toda esta situação tão prosaica quanto sublime começa a ruir. De trás do morrinho onde se podia avistar um arremedo de placa mal feita com a expressão em vermelho “Soltar pipa e jogar bola só na esplanada” (e que destoava do resto da paisagem dominada por tons de verde e um profundo azul do céu), surge fardado e com um coturno que talvez devesse ser trocado por uma chuteira ou quem sabe um par de Havaianas, um obstinado guardião da ordem e das regras obtusas inventadas por um cretino alçado à categoria de diretor (será essa a definição de progresso?). E junto com ele, ou mesmo antes dele, o som estridente e policialesco de um apito.</p>
<p>Vários silvos breves e agudos. Agressivos.</p>
<p>O ar não está mais calmo e agora a paisagem parece nervosa e repentinamente inóspita.</p>
<p>Perplexos e surpresos, todos os presentes seguem com os olhos aquele sujeito cinza escuro… Um assalto? Um crime dentro do parque? Um acidente? Já é hora de ir embora?</p>
<p>Nada disso. Assim como a vida “lá fora” se tornou especializada, programada e setorizadada como sempre sonharam os técnicos empuleirados nos gabinetes e os corretores de imóveis, aqui no parque, reduto histórico do deleite, do pitoresco, do ócio, também está tudo organizado por zonas: zona para futebol, zona para pipa, zona para pic-nic, zona para bicicletas etc.</p>
<p>Afinal, como explica o exemplar funcionário, “as bolas caem na lagoa e as pipas engancham nas árvores. E é para que isso não mais aconteça que agora há lugares específicos para estas atividades. E a minha função aqui é vigiar aqueles que infringem essa regra”. Nada contraditório, em uma época em que planejamento e “survellaince” (vigilância ou monitoramento do comportamento alheio) se confundem no intuito de antecipar “o pior”.</p>
<p>“Soltar pipa e jogar bola só na esplanada!”</p>
<p>“Soltar pipa e jogar bola só na esplanada!”</p>
<p>“Soltar pipa e jogar bola só na esplanada!”</p>
<p>Ele repete aos gritos à medida que se afasta e volta a apitar.</p>
<p>Mas aqui não é tudo “Esplanada”? (???????)</p>
<p>“Aqueles que infrigem essa regra” no caso são as tais “milhares de crianças de todas as idades, tamanhos, cores e classes”, que além de ouvirem cotidianamente “Não pode! Não pode!” na escola, em casa, no condomínio, na rua, agora são perseguidas como bandidos por brincarem livremente, infringindo involuntariamente uma regra autoritária que desrespeita a inteligência alheia “em prol do bem comum, que é a conservação do patrimônio público”, como ousa dizer outro vigilante de fôlego.</p>
<p>Mas que idéia de “público” é essa se o próprio público foi sumariamente excluído das decisões? E que pertinência há de se pensar em “patrimônio” se a sua suposta conservação exclui a priori as possibilidades mais básicas e inofensivas de apropriação como empinar pipas e brincar de bola na grama?</p>
<p>Ao longo do dia, que parecia perfeito no início, cenas ridículas de perseguição às pipas e aos boleiros se desenrolam diante dos olhares sonolentos daqueles corpos esparramados sob as árvores, e que já não mais se indignavam com a cena, mas ao contrário, jogavam com ela.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1719" title="pipas05" src="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2010/02/pipas05.jpg" alt="" width="370" height="278" /></p>
<p>Em um processo interminável, a cada “ida e vinda” do vigilante, pais e filhos resgatavam suas pelotas e as latinhas para reiniciar um ciclo, provavelmente curto, de brincadeiras insurgentes. O jogo que interessa agora não é mais desempatar a partida nem mesmo controlar a rabiola contra o vento, mas o “gato e rato” entre vigiados e vigilantes. Um jogo cordial e dissimulado, como de costume, mas também potencial e didaticamente subversivo.</p></blockquote>
<p>Texto publicado originalmente no <a href="http://www.vitruvius.com.br/minhacidade/mc290/mc290.asp" target="_blank">Portal Vitrivius &#8211; janeiro 2010</a></p>
<h3>P.S.</h3>
<p>(enviado pelo Low assim que o texto entrou no ar aqui no Vírgula)</p>
<blockquote><p>Sábado, 30 de janeiro de 2010.<br />
Rua Apodi, Serra, Belo Horizonte.</p>
<p>Ontem, dois meninos procuravam algo nas árvores aqui da rua. Muito provavelmente uma pipa cuja linha foi arrebentada pelo vento ou pelo cerol inimigo. Um deles chegou a subir na amendoeira da esquina e a vasculhar sua copa enorme. Da janela da sala acompanhei, passivamente, essa operação de busca fracassada.</p>
<p>Hoje, ao descer a escadinha no final da rua, encontrei a pipa. Quando a vi estava presa à grade da janela do terceiro andar do nosso prédio e nem cogitei em tentar resgatá-la. Mas surpreendentemente, alguns minutos depois, enquanto regava as plantas na janela enxerguei aquele quadrado preto no meio da rua, tremilicando, como que agonizando por não poder voar de novo.</p>
<p>Agora a pipa flutua serenamente sobre a minha cabeça, sobrevoando o escritório, amarrada ao lustre no teto. Antes de pendurá-la, passei alguns momentos observando seu design anônimo. Na verdade, essa perícia que tinha inicialmente somente a função absolutamente científica de analisar as mudanças históricas (dos últimos 25 anos) ocorridas na feitura destes artefatos voadores, acabou sendo uma experiência reveladora. Uma lição prática e engenhosa de como construir artesanalmente uma pipa “contemporânea” incrível com pouquíssimos recursos (ou com o que estiver à mão):</p>
<ol>
<li><strong>varetas:</strong> tudo bem, as varetas da estrutura ainda são de taquara de bambu seco (duas, bem delgadas);</li>
<li><strong>papel:</strong> ao invés do tradicional papel de seda colorido, plástico preto vagabundo de sacos de lixo (de 40 cm de lado);</li>
<li><strong>linhas:</strong> de pescaria muito finas (de pescar piaba);</li>
<li><strong>junções: </strong>(entre taquaras e das taquaras com o plástico) todas de fita adesiva transparente, de lacrar caixas;</li>
<li><strong>rabiola:</strong> enorme! 4 metros da mesma linha, sendo o primeiro metro próximo ao corpo da pipa com pequenas tiras de sacola de supermercado amarradas (0.5 cm de espessura e 10 cm de comprimento, de 5 em 5 cm), nos demais 3 metros, pedaços, a cada 10 cm, recortados de uma de fita cassete desmontada qualquer (que música escolher?).</li>
</ol>
<p>Pronto!</p>
<p>Agora, com a pipa na mão e o vento soprando lá fora, resta escolher entre subverter as regras no parque ou simplesmente descer para a rua.</p></blockquote>
<p>;-)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Muros e Fundos: bate-papo do projeto</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 18:09:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Terça-Nada!</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Intervenção urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Outros circuitos]]></category>

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		<description><![CDATA[O encontro de encerramento da primeira fase do projeto Muros e Fundos acontece em Belo Horizonte, no auditório da Casa do Baile, no próximo sábado, dia 12 de dezembro de 2009, às 10h da manhã.
Na ocasião vai acontecer um bate-papo, mostra de imagens das videointervenções e comentarários sobre o processo de trabalho com dois convidados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1681" title="muros-fundos" src="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2009/12/muros-fundos.gif" alt="muros-fundos" width="400" height="330" /></p>
<p>O encontro de encerramento da primeira fase do projeto <a href="http://www.murosefundos.com/" target="_blank"><strong>Muros e Fundos</strong></a> acontece em Belo Horizonte, no auditório da Casa do Baile, no próximo sábado, dia 12 de dezembro de 2009, às 10h da manhã.</p>
<p>Na ocasião vai acontecer um bate-papo, mostra de imagens das videointervenções e comentarários sobre o processo de trabalho com dois convidados especiais: Rodrigo Borges (artista plástico, professor da Escola de Belas Artes da UFMG) e Eduardo de Jesus (professor da Faculdade de Comunicação e Artes da PUCMinas).</p>
<blockquote><p>Desde maio deste ano o Muros e Fundos esteve em muitos cantos da cidade, completando um circuito de 16 intervenções. E em cada uma delas aconteceram novas situações, de contato com as pessoas, de descoberta do nosso mecanismo, de encontro com paisagens fundas nas várias superfícies que Belo Horizonte oferece.</p></blockquote>
<p>Veja mais no site: <a href="http://www.murosefundos.com/" target="_blank">www.murosefundos.com</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Poro + Daniel Escobar + Shima no Espaço 104</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 23:16:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Terça-Nada!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte e cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Horizonte]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>

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		<description><![CDATA[(clique na imagem para ampliar)
Poro + Shima + Daniel Escobar participam da exposição &#8220;A rua como lugar de convívio&#8221; que acontece no Espaço 104 (Praça da Estação, Belo Horizonte, Brasil). A abertura é dia 24/11, às 19h. Apareçam e divulguem :)
A exposição fica em cartaz até o dia 20 de dezembro de 2009.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2009/11/na-rua1041.gif"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-1675" title="da rua funarte+104" src="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2009/11/na-rua1041-300x300.gif" alt="da rua funarte+104" width="300" height="300" /><br />
(clique na imagem para ampliar)</a></p>
<p><a href="http://poro.redezero.org/" target="_blank">Poro </a>+ Shima + Daniel Escobar participam da exposição &#8220;A rua como lugar de convívio&#8221; que acontece no Espaço 104 (Praça da Estação, Belo Horizonte, Brasil). A abertura é dia 24/11, às 19h. Apareçam e divulguem :)</p>
<p>A exposição fica em cartaz até o dia 20 de dezembro de 2009.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Perpendicular: ações para museu</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 12:52:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Terça-Nada!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte e cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Horizonte]]></category>
		<category><![CDATA[Intervenção urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Outros circuitos]]></category>

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		<description><![CDATA[(Clique na imagem para ampliar)
PERPENDICULAR vem se configurando como um projeto de ações artísticas que tem como intenção intervir no espaço instituído da arte e, também, ativar redes colaborativas de expressão que ampliem as relações entre instâncias fechadas.
PERPENDICULAR &#8211; ações para museu, acontecerá nos arredores do Museu Inimá de Paula. Potencializando o espaço aberto que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2009/10/PERPENDICULARMUSEU.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-1649" title="PERPENDICULARMUSEU" src="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2009/10/PERPENDICULARMUSEU-300x300.jpg" alt="PERPENDICULARMUSEU" width="300" height="300" /><br />
(Clique na imagem para ampliar)</a></p>
<blockquote><p>PERPENDICULAR vem se configurando como um projeto de ações artísticas que tem como intenção intervir no espaço instituído da arte e, também, ativar redes colaborativas de expressão que ampliem as relações entre instâncias fechadas.</p>
<p>PERPENDICULAR &#8211; ações para museu, acontecerá nos arredores do Museu Inimá de Paula. Potencializando o espaço aberto que circunda o Museu e instaurando novas paisagens.</p></blockquote>
<p>O evento acontece no Centro de Belo Horizonte, MG &#8211; Brasil, dia 28 de outubro de 2009 (quarta-feira) e terá duração de 3 horas (entre 19h e 22h). As ações acontecerão na Rua da Bahia &#8211; entre Alvares Cabral e Augusto de Lima.  Avenida Alvares Cabral &#8211; entre Bahia e Augusto de Lima e arredores.</p>
<p>Participam: André Lage, Christina Fornaciari, Cintha Mendonça, Clarice Lacerda, Joacélio Batista, Juliana Alvarenga, Muros e Fundos, Rafael Perpétuo, Regina Ganz, Vicente Pessôa e Wagner Rossi.</p>
<p>Para maiores informações acesse: <a href="http://perpendicularmuseu.blogspot.com" target="_blank">http://perpendicularmuseu.blogspot.com</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Lançamento da Revista Refil nº2</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 12:56:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Terça-Nada!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte e cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Horizonte]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Intervenção urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Revistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Lançamento do segundo número da Refil (revista em formato laboratório) e bate papo com integrantes do Gramma (atelier, reflexão e memória das artes gráficas) nesta quinta (22/10/2009), na Galeria da Escola de Belas Artes da UFMG às 11h.
O Poro participa da revista com uma série de fotos de suas intervenções urbanas. Apareçam :)
O lançamento e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1640" title="Revista Refil 2" src="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2009/10/refil2.jpg" alt="Revista Refil 2" width="430" height="323" /></p>
<p>Lançamento do segundo número da Refil (revista em formato laboratório) e bate papo com integrantes do Gramma (atelier, reflexão e memória das artes gráficas) nesta quinta (22/10/2009), na Galeria da Escola de Belas Artes da UFMG às 11h.</p>
<p>O <a href="http://poro.redezero.org/" target="_blank">Poro</a> participa da revista com uma série de fotos de suas intervenções urbanas. Apareçam :)</p>
<p>O lançamento e o bate papo acontecem dentro da programação da 4ª Semanária e em paralelo com a exposição Gramma, onde participam os artistas Brígida Campbell, Elisa Campos, Fernanda Goulart, Jalver Bethônico, Marcelo Drummond. A exposição acontece na galeria da EBA/UFMG até o dia 30 de outubro.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Perpendicular: ações para apartamento</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 12:34:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Terça-Nada!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte e cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Horizonte]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Outros circuitos]]></category>

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		<description><![CDATA[PERPENDICULAR é em Belo Horizonte, Brasil.
PERPENDICULAR é uma mostra de ações para apartamento.
PERPENDICULAR dialoga com o espaço instituído da arte.
PERPENDICULAR aconteçe durante a abertura da exposição suspensa/suspensos, na galeria de arte da copasa.
PERPENDICULAR é um projeto colaborativo que conta com a participação de artistas de BH.
PERPENDICULAR é um desejo de criar espaços alternativos de expressão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2009/09/convite_perpendicular.gif"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-1610" title="convite_perpendicular" src="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2009/09/convite_perpendicular-300x300.gif" alt="convite_perpendicular" width="300" height="300" /></a></p>
<blockquote><p>PERPENDICULAR é em Belo Horizonte, Brasil.<br />
PERPENDICULAR é uma mostra de ações para apartamento.<br />
PERPENDICULAR dialoga com o espaço instituído da arte.<br />
PERPENDICULAR aconteçe durante a abertura da exposição suspensa/suspensos, na galeria de arte da copasa.<br />
PERPENDICULAR é um projeto colaborativo que conta com a participação de artistas de BH.<br />
PERPENDICULAR é um desejo de criar espaços alternativos de expressão artística.</p></blockquote>
<p>PERPENDICULAR | ações para apartamento. Corpos perpendiculares são corpos concorrentes que se cruzam num ponto formando entre si ângulos rectos. Acontece dia 24 de setembro de 2009, às 19h na rua antônio dias, 15 / 01 &#8211; santo antônio [ perpendicular à rua mar de espanha_galeria de arte da copasa], em Belo Horizonte, Brasil.</p>
<p>Artistas participantes: E. Mendes, Fernando Ferreira, Gabriela Carvalho, Marco Paulo Rolla, MuroseFundos, Paulo Nazareth, Raquel Versieux, Regina Ganz, Renata Lacerda, Wagner Rossi.</p>
<p>Realização: Wagner Rossi<br />
Colaboração: Clarice Lacerda, Daniella de Moura, Marco Antonio Mota, Camila Michelini e Raquel Versieux.</p>
<p>Apareçam :)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Retrigger e seu ornitorrinco voador</title>
		<link>http://virgulaimagem.redezero.org/retrigger-e-seu-ornitorrinco-voador/</link>
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		<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 23:39:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Terça-Nada!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte e cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Horizonte]]></category>
		<category><![CDATA[Downloads]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio e Música on-line]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheci o som do Retrigger através do Michel, do Coletivo Dinamite, adorei.
Seu som vai do breakcore à psicodelia sessentista, do punk ao funk, do rock de garagem ao hip hop soando na maioria das vezes como tudo isso ao mesmo tempo.
No site do Retrigger seus discos estão disponíveis para download, então o melhor é baixar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-1606" title="Retrigger: Ornitorrinco voador" src="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2009/09/retrigger-ornitorrincovoador-300x300.jpg" alt="Retrigger: Ornitorrinco voador" width="300" height="300" /></p>
<p>Conheci o som do <a href="http://retrigger.net/" target="_blank">Retrigger</a> através do Michel, do <a href="http://www.myspace.com/coletivodinamite">Coletivo Dinamite</a>, adorei.</p>
<blockquote><p>Seu som vai do breakcore à psicodelia sessentista, do punk ao funk, do rock de garagem ao hip hop soando na maioria das vezes como tudo isso ao mesmo tempo.</p></blockquote>
<p>No site do Retrigger seus discos estão disponíveis para download, então o melhor é baixar e conferir: <a href="http://retrigger.net/?page_id=17" target="_blank">www.retrigger.net/?page_id=17</a></p>
]]></content:encoded>
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