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	<title>Vírgula-Imagem :: Marcelo Terça-Nada &#187; Fotografia</title>
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	<description>Artigos, dicas e links sobre arte, cultura e tecnologia. Intervenções urbanas, poesia visual, revistas eletrônicas, software livre e outras áreas e situações de criatividade, imaginação, difusão, articulação.</description>
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		<title>Sobre o picnic no Parque Municipal de BH (julho/2010)</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 22:15:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Terça-Nada!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte e cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Horizonte]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil de raiz]]></category>
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		<description><![CDATA[O Parque Municipal de Belo Horizonte fica bem no centro da cidade, duas de suas entradas estão na principal avenida da capital mineira, a Avenida Afonso Pena. A escolha do Parque para o picnic realizado pelo Convivium Slow Food Pique Nique em julho de 2010, foi feita através de votação via internet. Ao invés de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="picnic-parquemunicipal-bh_001.jpg" src="http://www.slowfoodbrasil.com/images/stories/atividade-dos-convivia/picnic3/picnic-parquemunicipal-bh_001.jpg" alt="picnic-parquemunicipal-bh_001.jpg" width="430" height="323" /></p>
<p>O Parque Municipal de Belo Horizonte fica bem no centro da cidade, duas de suas entradas estão na principal avenida da capital mineira, a Avenida Afonso Pena. A escolha do Parque para o picnic realizado pelo <a href="http://www.facebook.com/pages/Convivium-Slow-Food-Pique-Nique/121055827917660" target="_blank">Convivium Slow Food Pique Nique</a> em julho de 2010, foi feita através de votação via internet. Ao invés de ter algumas opções das quais as pessoas teriam que escolher uma, o processo foi diferente: todo mundo que quis, pode sugerir uma praça ou parque onde gostaria que o picnic acontecesse. Tivemos muitas sugestões boas:  Praça de Santa Tereza, Praça JK, Parque das Mangabeiras, Parque do Bairro Santo Agostinho,  Praça Raul Soares, Horto Florestal,<strong> </strong>Parque da Lagoa do Nado. Mas o campeão disparado foi mesmo o Parque Municipal&#8230; <span id="more-1983"></span></p>
<p>O picnic começou às 10h da manhã e atravessou o dia entrando tarde a dentro, num ótimo e ensolarado sábado. Foi terminar só quando o Parque fechou, mas o pessoal ainda extendeu a conversa em um café ali perto.</p>
<p>Durante o dia, muita boa conversa, convívio, novos amigos, trocas de receitas, todo mundo experimentando os quitutes que os outros levaram e descobrindo novos sabores. Teve gente que aproveitou para passear de barco a remo no lago do Parque. Teve gente, que, para grata surpresa de todos, levou uma vitrola a pilha e uma seleção super especial de discos de vinil que deram o tom musical do encontro.</p>
<p><img title="picnic-parquemunicipal-bh_013.jpg" src="http://www.slowfoodbrasil.com/images/stories/atividade-dos-convivia/picnic3/picnic-parquemunicipal-bh_013.jpg" alt="picnic-parquemunicipal-bh_013.jpg" width="430" height="323" /></p>
<p>Um dos pontos especiais do picnic foi a &#8220;ação entre amigos&#8221; para colaborar com os custos de passaporte para que a Comunidade Quilombola dos Paus Altos pudesse participar do <a href="http://terramadre.org/" target="_blank">Terra Madre</a>, na Itália. (<a href="http://terramadre.slowfoodbrasil.com/comunidade-quilombola-dos-paus-altos/" target="_blank">Clique e leia um ótimo texto com lindas fotos da Comunidade Quilombola dos Paus Altos</a>)</p>
<p>Nossos piqueniques estão cada vez mais gostosos. Fazer um piquenique é uma delicia e <a title="Ótimo texto do Piperca sobre a simplicidade nos piqueniques" href="http://piqueniquepertodecasa.blogspot.com/2010/08/quanto-mais-simples-melhor.html" target="_blank">super simples</a>. Ótimo para (re)descobrir os parques e praças da cidade, passar momentos bem agradáveis, encontrar os amigos, tomar café da manhã coletivo e/ou simplesmente dar uma pausa e descansar um pouco. Experimente :)</p>
<p>Não poderíamos deixar de agradecer a ajuda na divulgação que várias pessoas fizeram, entre elas o pessoal do guia cultural <a href="http://mixsordia.com/semana/" target="_blank">Mixsórdia</a>, do <a href="http://www.otempo.com.br/entretenimento/gastro/ultimas/?IdNoticia=146607,OTE" target="_blank">Caderno Gastrô</a> e do <a href="http://www.otempo.com.br/entretenimento/gastro/colunas/?IdColunaEdicao=12338,OTE" target="_blank">Portal Gastrô On-line</a> do jornal O Tempo.</p>
<p>O Convivium Slow Food Pique Nique está preparando várias atividades e em breve serão publicadas aqui no site as notícias dos próximos eventos. Vale sempre ressaltar que as atividades são abertas a todos e que quem quiser acompanhar o que estamos fazendo pode fazê-lo pelo <a href="https://twitter.com/SlowfoodPicNic" target="_blank">twitter</a> e <a href="http://www.facebook.com/pages/Convivium-Slow-Food-Pique-Nique/121055827917660" target="_blank">Facebook</a>.</p>
<h3>Veja abaixo algumas fotos do piquenique</h3>
<p>(Fotos de Janaina Chavier, Luiza Guasti, Anna Paula Diniz, Wellington Cançado e Marcelo Terça-Nada)</p>
<p><img title="picnic-parquemunicipal-bh_002.jpg" src="http://www.slowfoodbrasil.com/images/stories/atividade-dos-convivia/picnic3/picnic-parquemunicipal-bh_002.jpg" alt="picnic-parquemunicipal-bh_002.jpg" width="300" height="399" /></p>
<p><img title="picnic-parquemunicipal-bh_003.jpg" src="http://www.slowfoodbrasil.com/images/stories/atividade-dos-convivia/picnic3/picnic-parquemunicipal-bh_003.jpg" alt="picnic-parquemunicipal-bh_003.jpg" width="300" height="399" /></p>
<p><img title="picnic-parquemunicipal-bh_004.jpg" src="http://www.slowfoodbrasil.com/images/stories/atividade-dos-convivia/picnic3/picnic-parquemunicipal-bh_004.jpg" alt="picnic-parquemunicipal-bh_004.jpg" width="300" height="399" /></p>
<p><img title="picnic-parquemunicipal-bh_005.jpg" src="http://www.slowfoodbrasil.com/images/stories/atividade-dos-convivia/picnic3/picnic-parquemunicipal-bh_005.jpg" alt="picnic-parquemunicipal-bh_005.jpg" width="430" height="323" /></p>
<p><img title="picnic-parquemunicipal-bh_006.jpg" src="http://www.slowfoodbrasil.com/images/stories/atividade-dos-convivia/picnic3/picnic-parquemunicipal-bh_006.jpg" alt="picnic-parquemunicipal-bh_006.jpg" width="430" height="323" /></p>
<p><img title="picnic-parquemunicipal-bh_007.jpg" src="http://www.slowfoodbrasil.com/images/stories/atividade-dos-convivia/picnic3/picnic-parquemunicipal-bh_007.jpg" alt="picnic-parquemunicipal-bh_007.jpg" width="300" height="399" /></p>
<p><img title="picnic-parquemunicipal-bh_008.jpg" src="http://www.slowfoodbrasil.com/images/stories/atividade-dos-convivia/picnic3/picnic-parquemunicipal-bh_008.jpg" alt="picnic-parquemunicipal-bh_008.jpg" width="430" height="323" /></p>
<p><img title="picnic-parquemunicipal-bh_011.jpg" src="http://www.slowfoodbrasil.com/images/stories/atividade-dos-convivia/picnic3/picnic-parquemunicipal-bh_011.jpg" alt="picnic-parquemunicipal-bh_011.jpg" width="430" height="323" /></p>
<p><img title="picnic-parquemunicipal-bh_010.jpg" src="http://www.slowfoodbrasil.com/images/stories/atividade-dos-convivia/picnic3/picnic-parquemunicipal-bh_010.jpg" alt="picnic-parquemunicipal-bh_010.jpg" width="430" height="323" /></p>
<p><img title="picnic-parquemunicipal-bh_009b.jpg" src="http://www.slowfoodbrasil.com/images/stories/atividade-dos-convivia/picnic3/picnic-parquemunicipal-bh_009b.jpg" alt="picnic-parquemunicipal-bh_009b.jpg" width="430" height="323" /></p>
<p><img title="picnic-parquemunicipal-bh_012.jpg" src="http://www.slowfoodbrasil.com/images/stories/atividade-dos-convivia/picnic3/picnic-parquemunicipal-bh_012.jpg" alt="picnic-parquemunicipal-bh_012.jpg" width="300" height="399" /></p>
<p>&gt;&gt; <a href="http://www.slowfoodbrasil.com/content/view/17/34/" target="_self">Conheça os grupos locais do Slow Food no Brasil</a><br />
&gt;&gt; <a href="http://www.slowfoodbrasil.com/content/view/20/37/" target="_self">Faça parte do Slow Food: associe-se</a>.</p>
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		<title>Simultâneo: múltiplas projeções de fotografia no Rio</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 14:29:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Terça-Nada!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte e cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Intervenção urbana]]></category>
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		<description><![CDATA[SIMULTÂNEO propõe múltiplas projeções simultâneas de fotografia, articulado como ação de intervenção urbana. Será realizado no centro da cidade do Rio de Janeiro, neste sábado, dia 24 de abril, a partir das 18h, integrando a programação oficial do VIRADÃO CARIOCA 2010. Participam artistas de diversas regiões do país, que trabalham com a imagem em toda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SIMULTÂNEO propõe múltiplas projeções simultâneas de fotografia, articulado como ação de intervenção urbana.</p>
<p>Será realizado no centro da cidade do Rio de Janeiro, neste sábado, dia 24 de abril, a partir das 18h, integrando a programação oficial do VIRADÃO CARIOCA 2010.</p>
<p>Participam artistas de diversas regiões do país, que trabalham com a imagem em toda sua abrangência contemporânea, justificada como linguagem, suporte ou registro, realizada seja com aparatos digital, analógico, móvel ou experimental.</p>
<p>Clique na imagem para saber mais:<br />
<a href="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2010/04/simultaneo.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-1853" title="simultaneo" src="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2010/04/simultaneo-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
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		<title>Revista Autofagia 3 disponível para download</title>
		<link>http://virgulaimagem.redezero.org/revista-autofagia-3-disponivel-para-download/</link>
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		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 14:56:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Terça-Nada!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte e cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Atemporais (ou quase)]]></category>
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		<description><![CDATA[A terceira edição da Revista Autofagia está disponível para download gratuito em PDF! Clique para baixar a publicação&#8230; Capa da Revista Autofagia nº3 – Litogravura de Marcelo Terça-Nada A Autogafia é editada desde 2004, por Bruno Brum e Makely Ka. O número três foi lançado em 2009 e traz traduções do poeta beatnik Allen Ginsberg [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A terceira edição da <a href="http://virgulaimagem.redezero.org/revista-autofagia-para-download/">Revista Autofagia</a> está disponível para download gratuito em PDF! <a href="http://go2.wordpress.com/?id=725X1342&amp;site=saborgraxa.wordpress.com&amp;url=http%3A%2F%2Fsaborgraxa.files.wordpress.com%2F2010%2F02%2Frevista_de_autofagia_3.pdf" target="_blank">Clique para baixar a publicação&#8230;</a></p>
<p style="text-align: center;"><img title="Capa da Revista  Autofagia nº3 - Litogravura de Marcelo Terça-Nada" src="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2009/09/autofagia1.jpg" alt="Capa da Revista Autofagia nº3 - Litogravura de Marcelo Terça-Nada" width="302" height="301" /><br />
Capa da Revista Autofagia nº3 – Litogravura de Marcelo Terça-Nada</p>
<p>A Autogafia é editada desde 2004, por Bruno Brum e Makely Ka. O número três foi lançado em 2009 e traz traduções do poeta beatnik Allen Ginsberg feitas por Leo Gonçalves,  imagens da série Tramas, de Marcelo Terça-Nada!, uma entrevista com o escritor mineiro Sérgio Fantini, além de textos e traduções de  Bill Knott, Fabrício Marques, Fernanda Salvo, Guilherme Rodrigues, Joca Reiners Terron, Jorge Rocha, Júlia Studart, Kenneth Rexroth, Letícia Féres, Manoel Ricardo de Lima, Micheliny Verunschk, Mônica de Aquino, Paulo Scott e Reuben da Cunha Rocha.</p>
<ul>
<li><a href="http://go2.wordpress.com/?id=725X1342&amp;site=saborgraxa.wordpress.com&amp;url=http%3A%2F%2Fsaborgraxa.files.wordpress.com%2F2010%2F02%2Frevista_de_autofagia_3.pdf" target="_blank">Faça download da 3ª Edição (PDF)</a></li>
<li><a href="http://virgulaimagem.redezero.org/revista-autofagia-para-download/" target="_blank">Conheça mais e faça download das duas primeiras edições</a></li>
</ul>
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		<title>A insurgência das pipas (e outros jogos potencialmente subversivos)</title>
		<link>http://virgulaimagem.redezero.org/a-insurgencia-das-pipas/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 16:43:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Terça-Nada!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atemporais (ou quase)]]></category>
		<category><![CDATA[Ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Horizonte]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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		<description><![CDATA[Texto de Wellington Cançado &#124; Fotos: Marcelo Terça-Nada! 1ª Parte Bente altas, queimada, rolimã, futebol, pipa, pique-esconde: jogos e brincadeiras de rua. Todos extintos com a extinção da própria rua. Afinal, depois de tanto “matar a rua” ao longo do século 20 parece que finalmente conseguimos o que queria Le Corbusier, aquele arquiteto franco-suíço que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1715" title="pipas01" src="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2010/02/pipas01.jpg" alt="" width="430" height="323" /><strong></strong></p>
<p><strong>Texto de Wellington Cançado</strong> | Fotos: Marcelo Terça-Nada!</p>
<h3>1ª Parte</h3>
<blockquote><p>Bente altas, queimada, rolimã, futebol, pipa, pique-esconde: jogos e brincadeiras de rua. Todos extintos com a extinção da própria rua. Afinal, depois de tanto “matar a rua” ao longo do século 20 parece que finalmente conseguimos o que queria Le Corbusier, aquele arquiteto franco-suíço que queria também demolir a Île de la Cité em Paris onde se encontra a Notre Dame para ali erguer a sua “Cidade Radiosa”, uma espécie de Barra da Tijuca primordial.</p>
<p>Mas não é que a rua propriamente dita tenha desaparecido, afinal todos os dias somos surpreendidos por outdoors propagando a duplicação e o alargamento das vias por toda a cidade. O que desapareceu mesmo, foi a possibilidade da rua como lugar do ócio, do encontro, das brincadeiras, dos jogos e da festa. Desapareceu a rua como lugar privilegiado da infância, ou de infâncias privilegiadas. Aquela infância dos nossos pais nas florescentes porém ainda humanas capitais, mas também a rua das crianças dos interiores por todo o país. Ruas em que crianças passavam as noites jogando e brincando, em que os portões eram gol, que a calçada era pista, que o degrau era rampa, que o muro era esconderijo, que a árvore era desafio, que o lixo era brinquedo, que o asfalto era campo, que os carros eram raros. <span id="more-1714"></span></p></blockquote>
<blockquote><p>Pois, as razões desse fato histórico são óbvias: o crescente aumento da frota de veículos sustentada por políticas públicas tardo-desenvolvimentistas equivocadas (vide Linha Verde em Belo Horizonte, duplicação da Marginal em São Paulo e a recente redução de IPI dos automóveis) corroboradas pela gradual e covarde substituição por parte da classe-média urbana de todas as esferas do público por soluções imediatistas e privatistas: o SUS pela Unimed, o grupo escolar pela escola particular, o ônibus pelo “zero quilômetro”, a polícia pelo vigia de plantão, o mercado pelo shopping, o buteco pela praça de alimentação, o bairro pelo subúrbio militarizado, a praça pelo clube da moda, e claro a rua pelo condomínio e seus indefectíveis pilotis, área de lazer, gazebo gourmet e salão de festas.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1716" title="pipas02" src="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2010/02/pipas02.jpg" alt="" width="370" height="278" /></p>
<p>Em tempos de “civilização capsular”, “cocooning”, “cidades de muros”, ou qualquer outra expressão que os teóricos da cidade possam encontrar para descrever esse fenômeno que é global, mas indiscutível e absurdamente mais violento e nefasto nos trópicos, a rua se tornou simplesmente um lugar de passagem e circulação (motorizada, obviamente). E sendo assim, lugar puramente utilitário, regido pelo relógio do trabalho, do comércio e do rush, se tornou lugar escuro, ermo, vazio, perigoso, assustador, terra de ninguém.</p>
<p>Não foram suficientes os escritos de Jane Jacobs ainda na década de 1960 sobre a morte e vida das cidades americanas para mostrar que a rua quando movimentada, frequentada e apropriada fornece a única segurança contra a mediocridade, a violência e a falta de imaginação: a presença do outro, logo ali.</p>
<p>Não são suficientes também as férias na “Europa para todos” oferecidas pela CVC (14 dias, a partir de € 1.044) e o deslumbramento com as ramblas catalãs, as vielas venezianas ou os campos elíseos para entendermos que financiando voluntariamente o desaparecimento da rua estamos abdicando da própria experiência da cidade, da construção de um futuro coletivo e de uma história particular.</p>
<p>Não tem sido suficiente a própria realidade tacanha em que estamos imersos e que sufoca cotidianamente emergências de outras culturas urbanas para que nos engajemos por alguma mudança.</p>
<p>Afinal, nessa cidade estéril e pateticamente previsível, pavimentada, revestida, impermeabilizada não há mais lugar para se “olhar nos olhos dos outros” como escreveu Maria Rita Kehl, nem para a ingenuidade, nem para a imaginação, muito menos para as crianças.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1717" title="pipas03" src="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2010/02/pipas03.jpg" alt="" width="370" height="278" /></p>
<p>Pobres criaturas as crianças. Antes eram o “futuro da nação” e hoje são criadas como ratinhos de laboratórios indefesos em seus enclaves fortificados ou tratadas como criminosas nos poucos recantos públicos disponíveis para se soltar pipas sem medo do choque elétrico e para jogar bola sem se preocuparem com os carros.</p></blockquote>
<h3>2ª Parte</h3>
<blockquote><p>Domingo, 9 de agosto de 2009.<br />
Parque Ecológico da Pampulha, Belo Horizonte.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1718" title="pipas04" src="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2010/02/pipas04.jpg" alt="" width="370" height="278" /></p>
<p>Ótimo espaço para um pic-nic familiar em um fim de semana ensolarado. Muita grama (que se pode pisar, finalmente), tranquilidade, sombra, vento, silêncio, pessoas felizes, milhares de crianças de todas as idades, tamanhos, cores e classes.</p>
<p>Uma toalha xadrez, uma cesta repleta de guloseimas, cervejas geladas, sucos variados, os pés na grama fresca e que não coça, os amigos que estão a caminho, os desconhecidos que nunca estiveram tão próximos, quase nenhuma arquitetura ao redor, nenhum ruído de motor, uma bola dente-de-leite, algumas pipas cuidadosamente construídas ao longo da semana e uma indescritível sensação de liberdade tão nostálgica quanto a primeira parte deste texto.</p>
<p>De repente, toda esta situação tão prosaica quanto sublime começa a ruir. De trás do morrinho onde se podia avistar um arremedo de placa mal feita com a expressão em vermelho “Soltar pipa e jogar bola só na esplanada” (e que destoava do resto da paisagem dominada por tons de verde e um profundo azul do céu), surge fardado e com um coturno que talvez devesse ser trocado por uma chuteira ou quem sabe um par de Havaianas, um obstinado guardião da ordem e das regras obtusas inventadas por um cretino alçado à categoria de diretor (será essa a definição de progresso?). E junto com ele, ou mesmo antes dele, o som estridente e policialesco de um apito.</p>
<p>Vários silvos breves e agudos. Agressivos.</p>
<p>O ar não está mais calmo e agora a paisagem parece nervosa e repentinamente inóspita.</p>
<p>Perplexos e surpresos, todos os presentes seguem com os olhos aquele sujeito cinza escuro… Um assalto? Um crime dentro do parque? Um acidente? Já é hora de ir embora?</p>
<p>Nada disso. Assim como a vida “lá fora” se tornou especializada, programada e setorizadada como sempre sonharam os técnicos empuleirados nos gabinetes e os corretores de imóveis, aqui no parque, reduto histórico do deleite, do pitoresco, do ócio, também está tudo organizado por zonas: zona para futebol, zona para pipa, zona para pic-nic, zona para bicicletas etc.</p>
<p>Afinal, como explica o exemplar funcionário, “as bolas caem na lagoa e as pipas engancham nas árvores. E é para que isso não mais aconteça que agora há lugares específicos para estas atividades. E a minha função aqui é vigiar aqueles que infringem essa regra”. Nada contraditório, em uma época em que planejamento e “survellaince” (vigilância ou monitoramento do comportamento alheio) se confundem no intuito de antecipar “o pior”.</p>
<p>“Soltar pipa e jogar bola só na esplanada!”</p>
<p>“Soltar pipa e jogar bola só na esplanada!”</p>
<p>“Soltar pipa e jogar bola só na esplanada!”</p>
<p>Ele repete aos gritos à medida que se afasta e volta a apitar.</p>
<p>Mas aqui não é tudo “Esplanada”? (???????)</p>
<p>“Aqueles que infrigem essa regra” no caso são as tais “milhares de crianças de todas as idades, tamanhos, cores e classes”, que além de ouvirem cotidianamente “Não pode! Não pode!” na escola, em casa, no condomínio, na rua, agora são perseguidas como bandidos por brincarem livremente, infringindo involuntariamente uma regra autoritária que desrespeita a inteligência alheia “em prol do bem comum, que é a conservação do patrimônio público”, como ousa dizer outro vigilante de fôlego.</p>
<p>Mas que idéia de “público” é essa se o próprio público foi sumariamente excluído das decisões? E que pertinência há de se pensar em “patrimônio” se a sua suposta conservação exclui a priori as possibilidades mais básicas e inofensivas de apropriação como empinar pipas e brincar de bola na grama?</p>
<p>Ao longo do dia, que parecia perfeito no início, cenas ridículas de perseguição às pipas e aos boleiros se desenrolam diante dos olhares sonolentos daqueles corpos esparramados sob as árvores, e que já não mais se indignavam com a cena, mas ao contrário, jogavam com ela.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1719" title="pipas05" src="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2010/02/pipas05.jpg" alt="" width="370" height="278" /></p>
<p>Em um processo interminável, a cada “ida e vinda” do vigilante, pais e filhos resgatavam suas pelotas e as latinhas para reiniciar um ciclo, provavelmente curto, de brincadeiras insurgentes. O jogo que interessa agora não é mais desempatar a partida nem mesmo controlar a rabiola contra o vento, mas o “gato e rato” entre vigiados e vigilantes. Um jogo cordial e dissimulado, como de costume, mas também potencial e didaticamente subversivo.</p></blockquote>
<p>Texto publicado originalmente no <a href="http://www.vitruvius.com.br/minhacidade/mc290/mc290.asp" target="_blank">Portal Vitrivius &#8211; janeiro 2010</a></p>
<h3>P.S.</h3>
<p>(enviado pelo Low assim que o texto entrou no ar aqui no Vírgula)</p>
<blockquote><p>Sábado, 30 de janeiro de 2010.<br />
Rua Apodi, Serra, Belo Horizonte.</p>
<p>Ontem, dois meninos procuravam algo nas árvores aqui da rua. Muito provavelmente uma pipa cuja linha foi arrebentada pelo vento ou pelo cerol inimigo. Um deles chegou a subir na amendoeira da esquina e a vasculhar sua copa enorme. Da janela da sala acompanhei, passivamente, essa operação de busca fracassada.</p>
<p>Hoje, ao descer a escadinha no final da rua, encontrei a pipa. Quando a vi estava presa à grade da janela do terceiro andar do nosso prédio e nem cogitei em tentar resgatá-la. Mas surpreendentemente, alguns minutos depois, enquanto regava as plantas na janela enxerguei aquele quadrado preto no meio da rua, tremilicando, como que agonizando por não poder voar de novo.</p>
<p>Agora a pipa flutua serenamente sobre a minha cabeça, sobrevoando o escritório, amarrada ao lustre no teto. Antes de pendurá-la, passei alguns momentos observando seu design anônimo. Na verdade, essa perícia que tinha inicialmente somente a função absolutamente científica de analisar as mudanças históricas (dos últimos 25 anos) ocorridas na feitura destes artefatos voadores, acabou sendo uma experiência reveladora. Uma lição prática e engenhosa de como construir artesanalmente uma pipa “contemporânea” incrível com pouquíssimos recursos (ou com o que estiver à mão):</p>
<ol>
<li><strong>varetas:</strong> tudo bem, as varetas da estrutura ainda são de taquara de bambu seco (duas, bem delgadas);</li>
<li><strong>papel:</strong> ao invés do tradicional papel de seda colorido, plástico preto vagabundo de sacos de lixo (de 40 cm de lado);</li>
<li><strong>linhas:</strong> de pescaria muito finas (de pescar piaba);</li>
<li><strong>junções: </strong>(entre taquaras e das taquaras com o plástico) todas de fita adesiva transparente, de lacrar caixas;</li>
<li><strong>rabiola:</strong> enorme! 4 metros da mesma linha, sendo o primeiro metro próximo ao corpo da pipa com pequenas tiras de sacola de supermercado amarradas (0.5 cm de espessura e 10 cm de comprimento, de 5 em 5 cm), nos demais 3 metros, pedaços, a cada 10 cm, recortados de uma de fita cassete desmontada qualquer (que música escolher?).</li>
</ol>
<p>Pronto!</p>
<p>Agora, com a pipa na mão e o vento soprando lá fora, resta escolher entre subverter as regras no parque ou simplesmente descer para a rua.</p></blockquote>
<p>;-)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Novidades do Poro</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 14:38:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Terça-Nada!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte e cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Intervenção urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Outros circuitos]]></category>

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		<description><![CDATA[O ano de 2009 foi bem ativo para o Poro. Várias das novidades estiveram registradas no Vírgula-imagem, outras tantas no Facebook. Agora é possível também receber por email imagens e textos de nossas intervenções urbanas e acompanhar as próximas coisas que vamos realizar. Quem quiser receber essas novidades por email, basta se cadastrar lá no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ano de 2009 foi bem ativo para o <a title="Poro - Intervenções Urbanas e Ações Efêmeras" href="http://poro.redezero.org/" target="_blank">Poro</a>. Várias das novidades estiveram registradas no <a title="Poro no Vírgula-imagem" href="http://virgulaimagem.redezero.org/?s=poro" target="_blank">Vírgula-imagem</a>, outras tantas no <a title="Poro no Facebook" href="http://www.facebook.com/pages/Poro-intervencoes-urbanas-e-acoes-efemeras/112348458964" target="_blank">Facebook</a>.</p>
<p>Agora é possível também receber por email imagens e textos de nossas intervenções urbanas e acompanhar as próximas coisas que vamos realizar.</p>
<p>Quem quiser receber essas novidades por email, basta se cadastrar lá no site do Poro: <a href="http://poro.redezero.org/" target="_blank">www.poro.redezero.org</a></p>
<p>(o cadastro é super simples e gratuito. funciona tipo o que tem no <a href="http://virgulaimagem.redezero.org/novidades-por-email/">Vírgula-imagem</a>)</p>
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		<title>Muros e Fundos: bate-papo do projeto</title>
		<link>http://virgulaimagem.redezero.org/muros-e-fundos-bate-papo-do-projeto/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 18:09:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Terça-Nada!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte e cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Horizonte]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Intervenção urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Outros circuitos]]></category>

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		<description><![CDATA[O encontro de encerramento da primeira fase do projeto Muros e Fundos acontece em Belo Horizonte, no auditório da Casa do Baile, no próximo sábado, dia 12 de dezembro de 2009, às 10h da manhã. Na ocasião vai acontecer um bate-papo, mostra de imagens das videointervenções e comentarários sobre o processo de trabalho com dois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1681" title="muros-fundos" src="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2009/12/muros-fundos.gif" alt="muros-fundos" width="400" height="330" /></p>
<p>O encontro de encerramento da primeira fase do projeto <a href="http://www.murosefundos.com/" target="_blank"><strong>Muros e Fundos</strong></a> acontece em Belo Horizonte, no auditório da Casa do Baile, no próximo sábado, dia 12 de dezembro de 2009, às 10h da manhã.</p>
<p>Na ocasião vai acontecer um bate-papo, mostra de imagens das videointervenções e comentarários sobre o processo de trabalho com dois convidados especiais: Rodrigo Borges (artista plástico, professor da Escola de Belas Artes da UFMG) e Eduardo de Jesus (professor da Faculdade de Comunicação e Artes da PUCMinas).</p>
<blockquote><p>Desde maio deste ano o Muros e Fundos esteve em muitos cantos da cidade, completando um circuito de 16 intervenções. E em cada uma delas aconteceram novas situações, de contato com as pessoas, de descoberta do nosso mecanismo, de encontro com paisagens fundas nas várias superfícies que Belo Horizonte oferece.</p></blockquote>
<p>Veja mais no site: <a href="http://www.murosefundos.com/" target="_blank">www.murosefundos.com</a></p>
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		<title>Novo site da DoDesign-s</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 13:12:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Terça-Nada!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Orgânicos]]></category>
		<category><![CDATA[Webdesign]]></category>

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		<description><![CDATA[A notícia não é de hoje, mas ainda não tinha compartilhado aqui: a DoDesign-s está com site novo (www.dodesign-s.com.br) Junto com o portifólio com uma amostra do melhor da nossa produção dos últimos 7 anos, o novo site nasce com a proposta da publicação de artigos sobre temas conectados ao trabalho. Os quatro convidados iniciais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1614" title="DoDesign-s" src="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2009/09/dodesign-s.jpg" alt="DoDesign-s" width="430" height="274" /></p>
<p>A notícia não é de hoje, mas ainda não tinha compartilhado aqui: a <a title="DoDesign" href="http://www.dodesign-s.com.br" target="_blank">DoDesign-s</a> está com site novo (<a title="DoDesign-s" href="http://www.dodesign-s.com.br/" target="_blank">www.dodesign-s.com.br</a>)</p>
<p>Junto com o portifólio com uma amostra do melhor da nossa produção dos últimos 7 anos, o novo site nasce com a proposta da publicação de artigos sobre temas conectados ao trabalho. Os quatro convidados iniciais foram:</p>
<ul>
<li>Hetel Santos (MMA) e Luiz Rebellato (MDA/GTZ) escrevem sobre <a title="O que é Sociobiodiversidade" href="http://www.dodesign-s.com.br/voce-sabe-o-que-e-sociobiodiversidade/" target="_blank">Sociobiodiversidade</a></li>
<li>João Augusto de Oliveira (Ecocert) sobre <a title="O que é Bem estar animal?" href="http://www.dodesign-s.com.br/voce-sabe-o-que-e-bem-estar-animal/" target="_blank">Bem estar animal</a></li>
<li>Valdemar Arl (Rede Ecovida) sobre <a title="O que são sementes crioulas?" href="http://www.dodesign-s.com.br/voce-sabe-o-que-e-semente-crioula/">Sementes crioulas</a></li>
</ul>
<p>Outro destaque é a seção de <a href="http://www.dodesign-s.com.br/design/fotografia/" target="_blank">fotografias</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Emergênese: Casa da Xiclet comemora 8 anos com exposição, oficinas e debates</title>
		<link>http://virgulaimagem.redezero.org/emergenese-casa-da-xiclet-comemora-8-anos-com-exposicao-oficinas-e-debates/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 00:57:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Terça-Nada!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte e cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Intervenção urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Outros circuitos]]></category>

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		<description><![CDATA[Numa constante confusão entre morar em uma galeria de arte ou manter sua casa como um centro cultural independente, a artista capixaba Xiclet realiza, há oito anos, uma intensa programação de exposições e os mais diversos eventos em sua casa em São Paulo. Tudo com muito bom humor e acidez no contra-ponto com o circuito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2009/09/xiclete.jpg"><img title="Casa da Xiclet - 8 anos" src="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2009/09/xiclete.jpg" alt="Casa da Xiclet - 8 anos" width="398" height="417" /></a></p>
<p>Numa constante confusão entre morar em uma galeria de arte ou manter sua casa como um centro cultural independente, a artista capixaba Xiclet realiza, há oito anos, uma intensa programação de exposições e os mais diversos eventos em sua casa em São Paulo. Tudo com muito bom humor e acidez no contra-ponto com o circuito oficial das Artes Plásticas. Um fato deste tem que ser comemorado!</p>
<p>E para marcar a data, a <a href="http://casadaxiclet.multiply.com/" target="_blank">Casa da Xiclet</a> organiza <em>Emergênese &#8211; Momento Crítico e Fortuito</em> (uma exposição que reúne artistas jovens vinculados com a experiência de convívio e participação do espaço) e <em>Colóque-os</em> (ciclo de debates e oficinas com nomes de peso da arte contemporânea brasileira.</p>
<p>Na exposição, os participantes são: Alex Borges (In Memorian), Maria Karyna Fazzolari, Rafael Aboud Piovani “Pajé”, Luisa Dória, Victor Sardenberg, Bruno Shintate, Matheus, Jan Nehring, Victória Costa, André Sztutman, Thiago Correia, Lucas Rehnman, Fabiana Arruda, Victor Freitas, Felipe Adonis, Bhagavan David, Pedro Maia, Renato Mesmo Paiva, Daniel De Paula Mendes, Poro (MG), Acidum (CE),<br />
Veruska Almeida (ES). Epicac Tropical Banda (na abertura).</p>
<p>O <a href="http://poro.redezero.org/" target="_blank">Poro</a> está muito feliz de participar e convida a todos para a festa de abertura, que acontece no dia 11 de setembro de 2009 (sexta), a partir das 19h</p>
<p>A mostra fica em cartaz de 11/09/09 até 31/10/09.</p>
<p>Entre os convidados dos Colóque-os, estão: Fernando Oliva, Lisette Lagnado, Marcio Harum, Celso Fioravante, Rubens Espírito Santo, José Spaniol, Nelson Leirner, Lenora De Barros &amp; Artur Lescher, Carlos Fajardo, Lucia Koch, Adriano Bechara &amp; Subsolos da Memória</p>
<p>A CASA DA XICLET fica na  R. Fradique Coutinho, 1.855, Vila Madalena ( São Paulo – Brasil) e funciona de  qua. a sex., 14h/20h; sáb. e dom., 14h/18h.<br />
Saiba mais: <a href="http://casadaxiclet.multiply.com/" target="_blank"> www.casadaxiclet.multiply.com</a></p>
<p>Veja a programação completa: <span id="more-1574"></span></p>
<p>Os encontros com convidados e oficinas, chamados “Colóque-os”, acontecem em setembro/outubro<br />
Os “Colóque-os” ocorrem sempre às 19h:</p>
<h3>SETEMBRO:</h3>
<p>11/09/09<br />
FERNANDO OLIVA<br />
diretor de curadoria do CCSP</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
12/09/09<br />
LISETTE LAGNADO: Mestre em Comunicação e Semiótica (PUC/SP) e Doutora em Filosofia pela Universidade de São Paulo (USP), com tese sobre Hélio Oiticica e seu &#8220;Programa ambiental&#8221;.<br />
&amp; MARCIO HARUM:  Rumos &#8211; Artes Visuais do Inst. Itaú Cultural (comitê curatorial)</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
13/09/09<br />
Como Fazer para seu Portfólio não Passar Despercebido pelos Olhos de um Curador ou Jurado de Salão<br />
CELSO FIORAVANTE<br />
(jornalista e editor do Mapa das Artes)</p>
<p>Sinopse: o coloque-o vai tratar de estratégias que podem facilitar a vida de um jovem artista plástico que esteja disposto a tudo, mas a tudo mesmo, para ter sucesso em uma carreira que envolve riscos físicos, psicológicos e, acredite, até mesmo financeiros.</p>
<p>Equipamento de apoio: portfólios de uns artistas que queiram se expor.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
18/09/09<br />
A Arte é um Gato na Artisticidade<br />
RUBENS ESPÍRITO SANTO<br />
(artista plástico)</p>
<p>Sinopse: ser artista não tem nada a ver com produzir artefatos de arte, ser artista não é trabalhar com arte, é uma coisa de risco permanente , não enquadrada , inominável , inadequada , não cabe nos muros da instituição . de nenhuma espécie</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
19/09/09<br />
Auto-Escola (grupo de artistas e freqüentadores da Casa da Xiclet &#8211; ANDRÉ SZTUTMAN, LUISA DÓRIA, RAFAEL ABOUD PIOVANI “PAJÉ”, DANIEL BIROLLI, JAN NEHRING, CHICO OLIVA, VICTOR FREITAS E XICLET)</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
20/09/09<br />
JOSÉ SPANIOL<br />
professor e artista plástico</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
21/09/09, às 16h<br />
Festa de 8 Anos da Casa &amp; de 1 Ano da Mariazinha.<br />
ARTISTA CONVIDADO NELSON LEIRNER</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
22/09/09<br />
LENORA DE BARROS &amp; ARTUR LESCHER<br />
Radiovisual  excitadora de frequências na 7ª Bienal do Mercosul<br />
LENORA DE BARROS</p>
<p>A Radiovisual é um dos programas centrais da curadoria da 7ª Bienal do   Mercosul  Grito e Escuta, e representa a sua intenção geral: recolocar o   olhar artístico no centro do projeto expositivo e recuperar a conexão entre<br />
a figura do artista e o público em geral.</p>
<p>A Radiovisual tem um caráter informativo, e ao mesmo tempo experimental, e   se propõe excitar as frequências do ouvido e da imaginação.</p>
<p>O processo de concepção e formatação da Radiovisual, que irá ao ar a partir de 16 de outubro, em Porto Alegre, através da Rádio Cultura FM do RGS, e via  web, será o tema central abordado pela artista Lenora de Barros, cocuradora  do projeto, ao lado de Artur Lescher, curador adjunto da 7ª Bienal do  Mercosul e do núcleo Texto Público.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>24/09/09<br />
CARLOS FAJARDO<br />
professor e artista plástico</p>
<p>ADRIANO BECHARA<br />
Arquiteto e Teólogo<br />
&amp; SUBSOLOS DA MEMÓRIA<br />
(dias e horários à confirmar)<br />
casadaxiclet@gmail.com<br />
www.cadasaxiclet.multiply.com<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<h3>OUTUBRO:</h3>
<p>02, 03 e 04/10/09  (das 15 as 20h)<br />
Oficina de Instalação Elétrica<br />
LUCIA KOCH<br />
Artista Plástica e Professora</p>
<p>Um curso breve de “instalação elétrica” com teor experimental. Começando com fazer acender uma lâmpada até  compreender como operam trabalhos de arte que usam eletricidade (lâmpadas e projeções de luz, objetos cinéticos). Ao final cada aluno realiza um pequeno projeto.<br />
Ferramentas: estilete, chave de fenda, chave phillips<br />
Material: fita isolante, 10 mts de fio paralelo, flechas, lâmpadas, soquetes(E27 ou E14, dependendo das lâmpadas escolhidas) e interruptores.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
08/10/09    (das 14 as 20h)<br />
Colóque-os com os artistas da Casa<br />
LUISA DÓRIA (das 14 as 17h) &amp; ANDRÉ SZTUTMAN (das 17 as 20h)</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
09/10/09    (das 14 as 20h)<br />
Colóque-os com os artistas da Casa<br />
BRUNO SHINTATE, (das 14 as 17h) &amp; RENATO PAIVA (das 17 as 20h)</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
10 e 11/10/09   (das 15 as 16:30h)<br />
Oficina Desenho E Argila Para Crianças<br />
ANA CHHAYA<br />
estudante de licenciatura .<br />
(a partir de 6 anos)<br />
R$ 10,00 de custo de material.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
15/10/09    (das 14 as 20h)<br />
Colóque-os com os artistas da Casa<br />
ANDRÉ SZTUTMAN (das 14 as 17h) &amp; LUISA DÓRIA (das 17 as 20h)</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
16/10/09    (das 14 as 20h)<br />
Colóque-os com os artistas da Casa<br />
ANDRÉ SZTUTMAN (das 14 as 17h)</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
14 /10/09  (das 14 as 20h)<br />
Colóque-os com os artistas da Casa<br />
RAFAEL ABOUD PIOVANI &amp; RENATO MESMO</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
16, 17 e 18/10/09   (das 18 as 19h)<br />
Oficina de Lógica<br />
PEDRO FALCÃO<br />
graduado em Filosofia pela USP, mestrando em Lógica na USP.<br />
Sem custo.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
22/10/09    (das 14 às 20h)<br />
Colóque-os com os artistas da Casa<br />
ANDRÉ SZTUTMAN (das 14 às 17h) &amp; LUISA DÓRIA (das 17 às 20h)</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
16/10/09    (das 14 às 20h)<br />
Colóque-os com os artistas da Casa<br />
ANDRÉ SZTUTMAN (das 14 às 17h)</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>23, 24 e 26/10/09   (das 18 às 19h)<br />
Oficina De Serigrafia,<br />
VICTOR FREITAS<br />
estudante de Arquitetura na FAU/USP<br />
(jovens e adultos)<br />
R$ 30,00 de custo de material.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
29/10/09    (das 14 as 20h)<br />
Colóque-os com os artistas da Casa<br />
ANDRÉ SZTUTMAN (das 14 às 17h) &amp; LUISA DÓRIA (das 17 às 20h)</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
30/10/09    (das 14 às 20h)<br />
Colóque-os com os artistas da Casa<br />
ANDRÉ SZTUTMAN (das 14 às 17h)</p>
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		<title>Revista Autofagia: lançamento, debate, sarau, performance e projeções</title>
		<link>http://virgulaimagem.redezero.org/revista-autofagia-lancamento-debate-sarau-performance-e-projecoes/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 00:42:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Terça-Nada!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte e cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Horizonte]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Livros e Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Outros circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia visual]]></category>
		<category><![CDATA[Revistas]]></category>

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		<description><![CDATA[(clique na imagem para ampliar) No dia 10 de setembro de 2009 (quinta-feira) a partir das 20h acontece o tão aguardado lançamento dos números 2 e 3 da Revista Autofagia. O evento será no Auditório da Escola Guignard, em Belo Horizonte &#8211; Brasil. Haverá uma mesa de debates com os editores Makely Ka e Bruno [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2009/09/convite-autofagia.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-1582" title="convite-autofagia" src="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2009/09/convite-autofagia-300x300.jpg" alt="convite-autofagia" width="300" height="300" /><br />
(clique na imagem para ampliar)</a></p>
<p>No  dia 10 de setembro de 2009 (quinta-feira) a partir das 20h acontece o tão aguardado lançamento dos números 2 e 3 da <a href="http://saborgraxa.wordpress.com/revista-de-autofagia/" target="_blank">Revista Autofagia</a>. O evento será no Auditório da Escola Guignard, em Belo Horizonte &#8211; Brasil.</p>
<p>Haverá uma mesa de debates com os editores <a href="http://autofago.blogspot.com/" target="_blank">Makely Ka</a> e <a href="http://saborgraxa.wordpress.com/" target="_blank">Bruno Brum</a> falando sobre o processo de edição da revista. Logo após o debates serão exibidos vídeos e acontecerá um sarau com performance de <a title="Pigmentos Sonoros - Homenagem a John Cage" href="http://coletivoruah.blogspot.com/2009/09/ruah-pigmentos-de-som-autofagia.html" target="_blank">Leo Gonçalves e Benjamim Abras</a>, projeção de imagens de <a href="http://virgulaimagem.redezero.org" target="_blank">Marcelo Terça-Nada</a>, leitura de poemas por Sérgio Fantini e outros colaboradores da revista. Todos os presentes estão convidados a participar da festa-sarau.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1581 alignnone" title="Capa da Revista Autofagia nº3 - Litogravura de Marcelo Terça-Nada" src="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2009/09/autofagia1.jpg" alt="Capa da Revista Autofagia nº3 - Litogravura de Marcelo Terça-Nada" width="302" height="301" /><br />
Capa da Revista Autofagia nº3 &#8211; Litogravura de Marcelo Terça-Nada<a href="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2009/09/autofagia1.jpg"></a></p>
<p>Participo do número 3 da Autofagia com as capas e um ensaio fotográfico.</p>
<p>As edições são muito legais e contam com um time de colaboradores de primeira linha. Compareça e ajude a divulgar ;)</p>
<p><span id="more-1576"></span></p>
<h3><strong>Release Lançamento &#8211;  Revista de Autofagia 2 e 3</strong></h3>
<p><strong> </strong></p>
<blockquote><p>A Revista de Autofagia é um projeto desenvolvido desde 2004 por Makely Ka e Bruno Brum. Na sua terceira edição, a publicação que reúne poesia, fotografia, artes gráficas, música, tradução, ensaio, cartum e uma variedade de outras manifestações artísticas conta já com um time de mais de cinquenta colaboradores de todo o país.</p>
<p>Referência no mercado editorial brasileiro, onde as raras publicações do gênero não costumam passar da primeira edição, a Revista de Autofagia vem colhendo elogios tanto de escritores consagrados como de novos criadores que buscam nela um espaço para a divulgação de seus trabalhos.</p>
<p>Com um projeto gráfico arrojado e um cuidado editorial que lhe garantem um lugar na estante – ao contrário da maioria das revistas que vai para o cesto – ela tem propositadamente uma periodicidade irregular, o que confere à publicação um charme adicional, gerando expectativa e especulações sobre as próximas edições.</p>
<p>O primeiro número foi publicado em maio de 2006. Os números 2 e 3 estão sendo publicados agora.</p>
<p><strong>Conteúdo</strong></p>
<p>O número dois da revista tem dossiê com o poeta Renato Negrão, desenhos de Sandro Saraiva, colagens de Vítor Martins Leal, poemas de Elisa Andrade Buzzo, Bruno Brum, Bernardo Amorim, conto de Hans Henny Jahnn traduzido por Marcus Tulius Franco Morais, entrevista com Pablo Capilé, Ahmad Jarrah e Lenissa Lenza do Espaço Cubo.</p>
<p>O terceiro número traz poemas de Allen Ginsberg traduzidos por Leo Gonçalves, Kenneth Rexroth e Bill Knott traduzidos por Reuben da Cunha Rocha, um dossiê com o escritor Sérgio Fantini, poemas de Micheliny Verunshck, Joca Reiners Terron, Júlia Studart, Manoel Ricardo de Lima, Mônica de Aquino, Paulo Scott, Guilherme Rodrigues, Fabrício Marques, Letícia Féres, litogravuras de Marcelo Terça-nada!, ensaio de Fernanda Salvo, conto de Jorge Rocha.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 314px"><img title="Capa da Revista Autofagia nº2" src="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2009/03/autofagia_021.jpg" alt="Capa da Revista Autofagia nº2" width="304" height="309" /><p class="wp-caption-text">Capa da Revista Autofagia nº2</p></div>
<p><strong>10 razões para se lançar uma revista hoje:</strong></p>
<ol>
<li> Revistas são o veículo de publicação textual mais importante do meio literário dado o seu caráter informativo, sua circulação e seu espírito coletivo;</li>
<li> Revistas são vitrines da produção de determinadas épocas, de determinados contextos;</li>
<li> É através de publicações em revistas que a maior parte dos jovens criadores se lança no mercado;</li>
<li> Revistas funcionam como parâmetro crítico para os leitores;</li>
<li> Revistas funcionam como bússolas para escritores;</li>
<li> Revistas são mais baratas que livros e portanto são mais democráticas;</li>
<li> Revistas são vendidas em bancas de revistas;</li>
<li> Revistas são periódicas e podem ser colecionadas como gibis;</li>
<li> Revistas são lidas no banheiro;</li>
<li> Há pouquíssimas revistas de poesia editadas hoje no país!</li>
</ol>
</blockquote>
<p>Mais informações sobre a Autofagia:<br />
<a href="http://saborgraxa.wordpress.com/revista-de-autofagia/" target="_blank">http://saborgraxa.wordpress.com/revista-de-autofagia/</a></p>
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		<title>Concurso fotográfico Um olhar sobre o Maletta</title>
		<link>http://virgulaimagem.redezero.org/concurso-fotografico-um-olhar-sobre-o-maletta/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 17:46:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Terça-Nada!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte e cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Horizonte]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Outros circuitos]]></category>

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		<description><![CDATA[(clique na imagem para ampliar) A Quina Galeria está promovendo um concurso fotográfico em homenagem aos 50 anos do tradicional Edifício Maletta. Clique e veja como participar Insrições até 10 de setembro de 2009.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2009/08/quina-concurso-de-fotos.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-1569" title="quina-concurso-de-fotos" src="http://virgulaimagem.redezero.org/wp-content/uploads/2009/08/quina-concurso-de-fotos-300x300.jpg" alt="quina-concurso-de-fotos" width="300" height="300" /><br />
(clique na imagem para ampliar)</a></p>
<p>A <strong>Quina Galeria</strong> está promovendo um concurso fotográfico em homenagem aos 50 anos do tradicional Edifício Maletta. <a href="http://www.flickr.com/photos/quinagaleria/3805474904/" target="_blank">Clique e veja como participar</a></p>
<p>Insrições até 10 de setembro de 2009.</p>
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