Resultados para ‘campo coletivo’
1.02.10

Texto de Wellington Cançado | Fotos: Marcelo Terça-Nada!
1ª Parte
Bente altas, queimada, rolimã, futebol, pipa, pique-esconde: jogos e brincadeiras de rua. Todos extintos com a extinção da própria rua. Afinal, depois de tanto “matar a rua” ao longo do século 20 parece que finalmente conseguimos o que queria Le Corbusier, aquele arquiteto franco-suíço que queria também demolir a Île de la Cité em Paris onde se encontra a Notre Dame para ali erguer a sua “Cidade Radiosa”, uma espécie de Barra da Tijuca primordial.
Mas não é que a rua propriamente dita tenha desaparecido, afinal todos os dias somos surpreendidos por outdoors propagando a duplicação e o alargamento das vias por toda a cidade. O que desapareceu mesmo, foi a possibilidade da rua como lugar do ócio, do encontro, das brincadeiras, dos jogos e da festa. Desapareceu a rua como lugar privilegiado da infância, ou de infâncias privilegiadas. Aquela infância dos nossos pais nas florescentes porém ainda humanas capitais, mas também a rua das crianças dos interiores por todo o país. Ruas em que crianças passavam as noites jogando e brincando, em que os portões eram gol, que a calçada era pista, que o degrau era rampa, que o muro era esconderijo, que a árvore era desafio, que o lixo era brinquedo, que o asfalto era campo, que os carros eram raros. (Clique e leia o texto completo)
30.06.09
Confira a lista de selecionados para a Manifestação Internacional de Performance: (Clique e leia o texto completo)
7.06.09
Em abril de 2009, o Poro completou 7 anos de existência e, para iniciar as comemorações, preparei uma seleção de imagens inéditas. São fotos de intervenções, materiais gráficos e outros registros de nossa trajetória até aqui. A partir das imagens, escrevi essa retrospectiva, aproveitando para compartilhar algumas histórias e fatos marcantes também.
Observação: Essas são imagens que nunca foram publicadas ou que circularam muito pouco (não são necessariamente imagens dos nossos trabalhos mais importantes). Para ter um melhor panorama dos trabalhos do Poro, veja também esses links: Site do Poro, Catálogo Desvios no Discurso, Dossiê Intervenção Urbana.
Façam bom proveito: (Clique e leia o texto completo)
5.03.09
Nas primeiras semanas de fevereiro de 2009, o Poro realizou a intervenção Azulejos de Papel em ruas dos bairros Floresta, Concórdia e Lagoinha, em Belo Horizonte, Brasil.
“Azulejos” impressos em papel jornal foram colados em muros de casas e lotes abandonados, ou em casas de amigos. Os azulejos também foram distribuídos para que as pessoas façam suas próprias instalações. Veja algumas imagens:

(Clique e leia o texto completo)
16.09.08
Debates são encontros entre atores urbanos cujo objetivo é definir e ativar elementos chave para o Jogo, como: aprofundamento de conhecimentos sobre dinâmicas da urbe (sejam elas econômicas, culturais, arquitetônicas ou sociais), levantamento de mídias disponíveis para arquivar e divulgar pistas, troca de conhecimento entre pessoas do meio universitário, movimentos sociais, artísticos e cidadãos em geral.
É um momento em que todos, debatedores e participantes, se reconhecem como jogadores e começam a desenhar juntos os campos de imersão. Cada debatedor apresenta suas realidades e pesquisas cotidianas na urbes (20 minutos de apresentação). O debatedor é um ator urbano que está envolvido com algum grupo ou comunidade urbana, e é um possível anfitrião de território ou comunidade.
Os debates da Experiência Imersiva Ambiental 2008 continuam. As conversas acontecem nos dias 17, 18 e 19 de setembro entre 19h e 22h no Centro Cultural Vergueiro, em São Paulo (Piso Flávio de Carvalho – Sala Zero – Rua Vergueiro, 1000 Metrô Paraíso). Os próximos debates são: “Locomoção no meio-fio“, “Artistas do Mundo, Onívoros“, “Política do Dissenso“. Veja mais: (Clique e leia o texto completo)
10.09.08
Em 2008, o EIA- Experiência Imersiva Ambiental- iniciou um JOGO urbano. As etapas são: REUNIÕES SEMANAIS, DEBATES e SEMANA DE IMERSÃO.
O grande diferencial do EIA 2008 em relação aos EIAs anteriores (2004, 2005, 2006) é que este ano não receberemos projetos de intervenção urbana. A idéia é que as pessoas venham para São Paulo jogar.
O JOGO já começou e novos jogadores podem entrar a qualquer instante. O JOGO é aberto e os jogadores estão diretamente implicados na sua construção. Um dos objetivos do jogo é estabelecer na cidade plataformas criativas que permitam o encontro e o diálogo entre os participantes e outras pessoas que estão no tabuleiro urbano. Os movimentos dos jogadores se dá segundo as regras criadas pelo coletivo, que deverá redesenhar as várias camadas de limites na urbes à favor da experiência imersiva ambiental.
Os debates começam na quinta-feira, 11 de setembro de 2008, quando também será lançado o site www.mapeia.net
E serão apresentados os dados, cartas, tabuleiros, regras e acasos deste jogo.
(Clique e leia o texto completo)
<< Textos Anteriores . . .