Navegando por aí, descobri alguns áudios de entrevistas disponíveis para download… fui pesquisando e descobri uma tecnologia chamada Podcasting – um “jeito” de fazer, disponibilizar e ouvir áudio, como se fosse programas de rádio. Sabe o fenômeno “blog” que vc lê direto de quem escreve? Então, chegou a hora de podermos ouvir direto de quem fala (e na hora que a gente quiser). Fica afim de montar uns programas de rádio? Fica afim de saber mais? Aí vão uns links:
– www.dicas-l.unicamp.br/dicas-l/20041108.php
– http://pointweb.com.br/TIetc/2004/11/podcasters-tupiniquins.htm
– www.noticiaslinux.com.br/nl1102377071.html
Categoria: Cultura digital
Domínio Público
O Ministério da Educação lançou em 2004 o portal Domínio Público com livros, fotos, mapas, sinfonias e outras obras digitalizadas na íntegra e com acesso gratuito. Em literatura vc pode encontrar: Shakespeare, Machado de Assis, Cruz e Souza, Voltaire, Dante Alighieri, Oscar Wilde, Mário de Sá-Carneiro, Eça de Queirós, George Orwell, Tomáz Antônio Gonzaga, Euclides da Cunha, Gregório de Matos e diversos outros autores cujo direitos autorais já expiraram ou que cederam suas obras para o projeto.
Há também seções de:
Texto – Ciências Sociais (Russell, Joaquim Nabuco, Bakunin, Jose Martí, Platão, Aristóteles, Rosa Luxemburgo, Marx), Ciências Exatas (Einstein), Partitura (Beethoven)
Imagem – Pinturas, Ilustração, Mapas
Som – Música Clássica, Natalina e Hinos
Vídeo – Documentário
A seção com mais conteúdo é a de Textos, principalmente a de literatura. A navegação pelo acervo é um pouco confusa, mas a iniciativa é muito valiosa, principalmente por partir de iniciativa do poder público.
De acordo com o que foi divulgado na imprensa, a intensão é expandir o portal durante os próximos anos. Foi lançado inclusive um edital para autores que queiram ter sua obra digitalizada.
Todo o acervo e maiores informações: www.dominiopublico.gov.br
Outros detalhes do portal que merecem destaque:
– É feito em software livre
– Na seção ajuda, tem disponível recurso de busca integrado com o FireFox (para vc pesquisar a partir do navegador)
– Na seção de parceiros, tem links para outros acervos de obras digitalizadas
Fica a dica: www.dominiopublico.gov.br
Digitofagia – antropofagia na era digital
Entre 14 e 24 de outubro, vai rolar o Digitofagia: www.midiatatica.org/digitofagia/
Repensar a prática antropofágica na era dos computadores e das novas mídias através de uma antropofagia das práticas de mídia tática atuais. Digitofagia se apropria da tecnologia para criar ações + projetos em colaboração – contemplando a vanguarda, a ilegalidade e as gambiarras brasileiras – através de um festival de 11 dias, sendo os 4 primeiros dias em três locais do Rio de Janeiro e o restante em São Paulo, no Museu da Imagem e do Som.
A programação carioca inicia-se no dia 14 de outubro, com rodas nômades sobre mídia tática, rádio livre, rádioarte e conhecimento em rede: propriedade intelectual e software livre. Sábado a domingo, durante a semana nacional de democratização da mídia, ocorrerão performances, mostras de vídeos, de cartazes, uma burn station – máquina copiadora de mídias digitais (traga o seu cd! ), além de oficinas de instalação de linux e produção de mídia em software livre.
Em Sampa vai rolar: CameloDromo :: InstallFest :: VjBr :: AntiFesta ::
DeBates :: VideosDigito :: Recicle1Politico :: Oficinas :: ColaBorações ::
Saiba mais no site: www.midiatatica.org/digitofagia/
Copyleft & CreativeCommons
Você já ouviu falar em copyleft? É uma expressão surgida para se opor ao copyright… ou seja ao invés de “Proibido copiar este trabalho”, o copyleft significa “permitido copiar este trabalho”.
Desde que surgiu, a expressão copyleft foi ganhando acessórios e gerando muita discussão. Tem gente que colocava: “Copyleft – permitida a reprodução para fins não comerciais”. Tem gente que colocava: “Copyleft – permitida a reprodução desde que citada a fonte”. Tem gente que anarquisava: “Copyleft – permitida e estimulada a reprodução total ou parcial em qualquer meio por qualquer pessoa”. Tem gente que acha isso tudo um absurdo…
Há um tempo eu estava vendo em alguns site “Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Alguns direitos reservados” e agora foi saber que CreativeCommons é o avanço e a regulamentação da discussão do Copyleft…
O CreativeCommons é um site onde há vários tipos de licença de uso para obras. Há licenças como “Domínio Público”, “Uso não Comercial”, “Recombinação” e muitas outras.
E o que há de mais nisso tudo? O grande lance do CreativeCommons é que é uma regulamentação a nível mundial de como as pessoas querem compartilhar o seu trabalho. E está disponível em várias linguas (inclusive português).
Numa época de meios eletrônicos de criação e distribuição descentralizada e de discussões quentes sobre autoria, propriedade intelectual, cópia, criação colaborativa etc, faz muito sentido e é muito justo com quem cria….
Dê uma olhada nos endereços abaixo e saiba mais:
CreativeCommons – http://creativecommons.org/
CreativeCommons em português – http://creativecommons.org/license/?lang=pt
Pontos de Cultura – Minc
Projeto Pontos de Cultura lançado ontem pelo Ministério da Cultura implantará 214 projetos culturais voltados para comunidades excluídas socialmente, como quilombolas, indígenas, pequenas cidades, habitantes de periferia, morros etc. Os projetos foram selecionados através de edital, serão financiados diretamente pelo governo federal e vão funcionar em parcerias com associações comunitárias e outras organizações já existentes nas comunidades. Para saber mais:
http://www2.cultura.gov.br/scripts/noticia.idc?codigo=1215