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Categoria: Mídia e política
Circuitos Compartilhados em BH
A coleção de DVDs Circuitos Compartilhados será lançada em Belo Horizonte com mostra de vídeos totalizando 44h de programação em 3 seções diárias no Cine Humberto Mauro entre 16 e 22 de março de 2009. Entrada Franca! Veja a programação completa da mostra em BH.
Entre os participantes da mostra estão: Poro, CEIA, Ystilingue, Paulo Bruscky, Ricardo Basbaum, Corpos Informáticos, Ricardo Ramalho, Orquestra Organismo, Ronald Duarte, EIA, Túlio Tavares, Coletivo Elefante, Mariana Cavalcante, BijaRi, Luís Andrade, Marssares, Rosana Ricalde, Felipe Barbosa, Fernando Baena, Grupo Urucum, Perdidos no Espaço, Joacélio Batista, Marco Paulo Rolla, Marcos Hill, Menossão, Cep 20000, Cristiane Bouger, Newton Goto, Alexandre Vogler, Flávio de Carvalho, A Revolução Não Será Televisionada e GIA
Circuitos Compartilhados é uma coleção de vídeos e filmes experimentais, registros de intervenções urbanas, arte e ativismo. O trabalho de pesquisa e coletânea realizado por Newton Goto resultou numa preciosa coleção de 35 DVDs, 44h35′25″ de programação com 225 títulos em vídeo e filme associados a 87 ações de circuitos artísticos ocorridos no Brasil entre os anos 70 e a atualidade organizados em 20 programas + 2 catálogos (o de apresentação, com 16 páginas, e o de sinopses/contextos, com 124 páginas).
Fórum Social Mundial emerge em Belém do Pará
Começou a edição 2009 do Fórum Social Mundial e até dia 1º de fevereiro de 2009, Belém do Pará recebe milhares de pessoas, idéias, discussões e propostas. Quer saber um pouco sobre esse turbilhão? Acesse:
- Fórum Social Mundial 2009
- Cobertura Integrada EBC
- WSFtv.net (Fórum de TVs – cobertura coletiva de tvs comunitárias e produtoras independentes)
- Fórum de Rádios – cobertura coletiva de rádios comunitárias no FSM
- Especial Agência Carta Maior
- Cobertura Especial Agência Brasil
- AlterMundo
- OpenFSM
- Instituto Paulo Freire
- Terra Viva
- Índios Online
- Le Monde
- Pulsar Brasil
- Revista Fórum
- Ciranda Internacional de Informação Independente
Insurgências Poéticas: Arte Ativista e Ação Coletiva (1990-2000)
Insurgências Poéticas: Arte Ativista e Ação Coletiva é fruto de uma grande e dedicada pesquisa realizada por André Mesquita dentro do mestrado em História Social/USP e está disponível para download na íntegra a partir deste link: Insurgências Poéticas – Download
Na pesquisa, são abordados os trabalhos de vários grupos, artistas e ativistas radicados no Brasil, EUA, França, Espanha, Canadá e Austrália, dentre eles: Guerrilla Girls, Yomango, The Yes Men, Stewart Home, Adbusters, Negativland, Billboard Liberation Front, Mario Ramiro, Poro, Entorno, GIA, Contra Filé, Frente 3 de Fevereiro, Fabianne Borges, Esqueleto Coletivo, Mariana Cavalcante.
André Mesquita passou três anos desenvolvendo essa pesquisa, que contou com uma vasta documentação baseada em textos críticos, manifestos, fotografias, vídeos e uma bibliografia sobre arte ativista e práticas artísticas coletivas. Para o trabalho, realizou cerca de 49 entrevistas com teóricos, ativistas e coletivos de diversos países, na tentativa de entender o debate sobre as relações entre arte e ativismo, assim como produzir uma análise crítica sobre tais iniciativas.
“Insurgências Poéticas: Arte Ativista e Ação Coletiva (1990-2000)” apresenta uma reflexão sobre as interseções entre práticas artísticas e ativismo contemporâneo, especialmente nas décadas de 1990 e 2000. A partir de diferentes contextos, o estudo investiga os conceitos e objetivos de uma arte coletiva e engajada socialmente, considerando seus modos de experimentação estética e expressão política. Utilizando-se de entrevistas, manifestos, textos críticos, reportagens e documentos como fotografias, vídeos e filmes, a dissertação apresenta no primeiro capítulo um histórico detalhado sobre as diversas concatenações entre arte, ativismo político e produção coletiva no século XX. No segundo capítulo, este trabalho analisa a formulação de uma “estética anti-corporativa”, baseada em táticas intervencionistas criadas por artistas e coletivos radicados nos EEUU, Espanha, França, Canadá, Austrália e Brasil. Seus projetos envolvem instalações artísticas com experimentos biológicos, mídia tática, cartografias, protestos contra a globalização capitalista, performances e Culture Jamming. O terceiro capítulo apresenta um estudo sobre o coletivismo artístico no Brasil e algumas de suas estratégias de ação, como intervenções urbanas, circuitos alternativos de produção e de distribuição, projetos com comunidades específicas e colaborações com movimentos sociais. Além disso, o texto faz uma breve reflexão sobre a atitude e o impacto destes grupos sobre o sistema de arte, caracterizado pelo apoio institucional de museus, galerias, mostras internacionais, críticos, curadores e patrocínio corporativo.
Faça download e boa leitura:
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-03122008-163436/