Curso: sistemas artísticos em rede

convite a todos para aparecerem a partir de 06/04, no laboratório do IP://
Rua Joaquim Silva, 71/201 – Rio de Janeiro. Aonde funcionava o AGORA-CAPACETE.

O curso trata da história das interfaces e da internet, da computação nas artes, e terão uma discussão teórica sobre as tendências da “cultura” digital emergente.

Também serão investigadas estratégias artísticas e sociais para net art, software social ou artemídia e discutiremos as mudanças sociais, técnicas e psicológicas, que ocorrem na sociedade a partir das transformações na tecnologia digital e eletrônica.

Serão abordados trabalhos de coletivos de artistas visuais, net art, ativistas de mídia, media centers, e outras utilizações artísticas, sociais ou científicas de sistemas em rede.
Mais informações: http://www.midiatatica.org/ip/index.php?id=16,27,0,0,1,0

Saravá! um grande viva à Poesia

esquentando os tamborins para o saravá de celebração do dia mundial da poesia

O “Saravá de Celebração do Dia Mundial da Poesia”, dedicado à comemoração da palavra poética vai acontecer dia 21 de março de 2005 no Centro Cultural da UFMG, serve de “esquenta” para a Bienal Internacional de Poesia/BHZIP*.

O “Saravá” será uma festa, na qual poetas, músicos, artistas visuais e VJs ocuparão o palco do Auditório do Centro Cultural UFMG para mostrar suas mais recentes criações. O destaque ficará por conta do pluralidade da lista de convidados, que aproxima poetas e artistas de gerações e tendências as mais diversas.

O “saravá” inicial será às 21h. O Centro Cultural UFMG fica na avenida Santos Dumont, nº 174. Atenção: a entrada é franca, mas é bom chegar cedo, porque a capacidade do auditório é de apenas 150 lugares.

*A Bienal de Poesia, acontecerá no período de 5 a 11 de setembro de 2005.

Somos todos hackers

Hacker não é aquele cara que fica invadindo os sistemas dos bancos e roubando dinheiro. Na gíria do mundo dos computadores o verbo “to hack” significa criar uma solução genial para um problema interessante. Fora do universo dos computadores, essa expressão é usada em dois sentidos:
– um mais propositivo, pelos pensadores da liberdade de conhecimento, da sociedade da informação e do movimento software livre.

– e outro mais equivocado, pela grande mídia que faz questão de misturar os hackers com os crackers (estes sim, invadem e quebram proteções de sistemas e programas).

Deixo aqui o link e alguns trechos da entrevista com McKenzie Wark, autor do livro Manifesto Hacker, para quem, como eu, prefere a via mais propositiva da vida:
http://www.assimcomunicacao.com.br/ecompos/frm_ecompos_publicacoes.asp?id_publicacao=48

“O mais significativo sobre a tentativa de transformar informação em propriedade privada é que essa tentativa pode falhar.”

“Eu penso que há toda uma nova luta de classes entre os ?hackers?, que criam a nova informação, e o que eu chamo de classe vetorialista, que monopoliza os meios de atribuir o valor às mercadorias. A produção dos bens está concentrada aos países “em desenvolvimento”, enquanto os escritórios centrais localizados no “mundo desenvolvido” mantêm controle sobre as patentes, marcas e grifes.”

“Nós precisamos criar novos tipos de relação de propriedade para que a atividade criativa possa se expandir em novas direções. Há uma enorme variedade de conflitos, onde você pode ver essas novas possibilidades acontecendo o tempo todo. O Movimento de Software Livre, e em certa medida o Código Aberto. A licença de Creative Commons aparece como uma alternativa ao direito autoral. A luta em relação aos medicamentos genéricos, particularmente nos países em desenvolvimento. Sem mencionar o movimento popular no qual as pessoas copiam e dividem músicas, filmes, textos como um tipo enorme de economia de troca. Essas são todas tentativas de “hackear” o sistema da propriedade e expandi-lo para uma era de criatividade digital.”

Lotes Vagos – adequado para uso público temporário

Apresentação pública do projeto “Lotes Vagos – adequado para uso público temporário”, dia 19 de março a partir das 10h no Anexo da Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa.
Rua da Bahia 1889, Belo Horizonte/MG.

Participam: Ana Paula Baltazar, Breno da Silva, Cinthia Marcelle, Fabiola Tasca, Grupo MOM, Hélio Passos, Ines Linke, Laís Myrhra, Louise Ganz, Marilá Dardot, Melissa Mendes, Rodrigo Borges, Rita Velloso, Ronaldo Macedo, Sara Ramo, Silke Kapp.

Coletiva no CCSP

Coletiva do Programa de exposições 2005
O Centro Cultural São Paulo abre o Programa Anual de Exposições 2005 com uma coletiva que reúne os artistas selecionados deste ano.
Artistas participantes: Alice Miceli, C.L. Salvaro, Chang Chi Chai, Cinthia Macelle, Débora Bolsoni, Edu Marin Kassedjian, Egidio Rocci, Giulianno Montijo, Helen Faganello, Isadora Bonder, Juliana Kase, Lia Chaia, Mariana Lima, Nino Cais, Paulo Nenflidio, Rodrigo Borges, Rosângela Dorazio, Sara Ramo, Silvia Amélia, Taís Ribeiro e Thiago Rocha Pitta.

Comissão de seleção: Marcio Doctors, Rodrigo Moura, Leda Catunda e Stella Teixeira de Barros.
Abertura: 16 de março, às 19h. Rua Vergueiro 1000 Paraíso, São Paulo SP
Em cartaz de terça a sexta, das 10h às 20h e sábado e domingo das 10h às 18h – Piso Caio Graco.
Mais informações: www.centrocultural.sp.gov.br