Poéticas da Quarentena (PDF para download)

Poéticas na quarentena - arte na espreita e na espera (Bené Fonteles org.)

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Arte na espreita e na espera – Poéticas na Quarentena” é uma publicação organizada por Bené Fonteles reunindo produções realizada por diversos artistas, escritores e músicos durante o período de isolamento social frente à pandemia do Coronavírus.

Nas suas 154 páginas, a publicação apresenta trabalhos de dezenas de participantes, entre eles: Ayrson Heráclito, Ailton Krenak, Christian Cravo, Ernesto Neto, Gê Orthof, Kboko, Lia do Rio, Marcelo Terça-Nada!, Wagner Barja, Walter Silveira, Bené Fonteles, Siron Franco e Maxim Malhado.

Lista completa dos participantes:


Artistas brasileiros produzindo arte na quarentena

Texto de apresentação
“Arte na espreita e na espera – Poéticas na Quarentena”:

Nestes tempos desafiantes, a poesia e a arte, como sempre amalgamadas num mesmo corpo
essencial, são mais que necessárias para atravessar o deserto da incerteza viva.

Se arte e poesia sempre estiveram juntas para o alumbramento e transgressão da mera e
pobre realidade, agora são fundamentais na espera e na espreita, e por saberem muito bem
trafegar no perigo, na faixa da insegurança, atravessando sinais fechados e abrindo sempre outros.

Uma arte poética no agora pode até curar, salvar vidas da indiferença e ignorância de Ser e da tristeza viral do mundo que não soubemos construir com equilíbrio e solidariedade com todas as formas de Vida.

Lembro-me de uma conversa nos anos de 1970 com o músico e inventor da música Walter Smetak, em que ele me disse: “Não há nada para salvar. Não há salvação! Salve-se quem souber”.

Nunca sua frase foi tão útil quanto agora ao nosso manual de sobrevivência planetária para fazermos a travessia destes dias que só existem no presente, num agora que bate na nossa cara e alma pedindo pra gente “aprender a só Ser”, como canta Gil.

Gratidão a todos os que compartilham aqui os vestígios imaginários de sua travessia com generosa afeição pelo outro.

Ficamos na espera e na espreita. Que façamos o dever de casa direitinho, deixando o planeta Terra descansar de nossas desumanidades em paz e harmonia… aquela que começa sempre dentro de nós.
(texto de Bené Fonteles)

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