Poéticas da Quarentena – volume 2 (PDF para download)

Poéticas na quarentena 2 (Bene Fonteles)

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Conheça o segundo volume da publicação “Arte na espreita e na espera – Poéticas na Quarentena”. Organizado por Bené Fonteles reunindo produções realizada por diversos artistas, escritores e músicos durante o período de isolamento social frente à pandemia do Coronavírus.

Entre os participantes do Volume 2, estão: Ailton Krenak, Alex Flemming, Almandrade, André Vallias, Arnaldo Antunes, Denilson Baniwa, Chico César, BaianaSystem, Sônia Guajajara, Edith Derdyk, Fernando Limberger, Gilberto Gil, Guto Lacaz, Hélio Fervenza, Marcio Almeida, Maria Helena Andrés, Nicolas Behr, Paulo Miyada, Regina Vater, Sarah Hallelujah e Stênio Diniz.

lista completa de participantes do volume 2:

  • Ailton Krenak
  • Alex Flemming
  • Almandrade
  • Alzira E
  • André Barone
  • André Brandão
  • André Vallias
  • Angélica Torres Lima
  • Arnaldo Antunes
  • Badi Assad
  • Banda Panc
  • Bárbara Tércia
  • Bill Lundberg
  • Carlito Maia
  • Déa Trancoso
  • Cid Campos
  • Climério Ferreira
  • Daniel Rangel
  • Dayara Figueroa
  • Denilson Baniwa
  • DJ MAM, Chico César, BaianaSystem, Sônia Guajajara, Digital Dubs e Furmiga Dub
  • Edith Derdyk
  • Elza Lima
  • Fernando Coelho
  • Fernando França
  • Fernando Limberger
  • Flávia Cirne
  • Gilberto Gil
  • Glenio Lima
  • Guto Lacaz
  • Hamilton Faria
  • Hazamat
  • Hélio Fervenza
  • Jonas Barros
  • Julio Villani
  • Marcio Almeida
  • Maria Helena Andrés
  • Marlui Miranda
  • Miguel Chikaoka
  • Miguel Penha
  • Miguel Simão Costa
  • Mila Petrillo
  • Nicolas Behr
  • Oskar Metsavaht
  • Paulo Miyada
  • Regina Vater
  • Sarah Hallelujah
  • Stênio Diniz
  • Vicente Sampaio

Texto de apresentação “Arte na espreita e na espera – Poéticas na Quarentena – Volume II”:

Fazemos coro ao tema da próxima Bienal de SP, que não se sabe, se acontecera este ano. O tema “faz escuro, mas eu canto”, é nada mais que apropriado para o vírus que nos assola junto com a trágica situação política e econômica do país. É muita provação e desafio para um só ano!

Por isso, solidários a Bienal SP e aos artistas que vem figurar com generosidade criativa nesta segunda edição da Poéticas da Quarentena, viemos fazer uma homenagem ao artista Gilberto Gil, o mais completo em todos os sentidos: da composição musical arrojada à poesia singular; no interprete genial e original, um xamã da tribo no Palco a transmutar energias; do musico com a invenção de um violão que só João Gilberto criou para o prazer de nossa ainda bossa nova; de um ser humano completo na política pública – nosso melhor ministro da cultura em toda história da República; pela defesa das questões ambientais com tudo e mais a criação da Fundação OndAzul para cuidar de nossas águas sujas, e não menos, pela capacidade generosa da sabedoria existencial, eivada de compaixão e amor pelo Outro, explicita nas canções e na vida farta de muitas venturas. Gil como Caetano, viveram momentos escuros na prisão no Brasil, no exilio em Londres e transformaram e se reinventaram lá e cá por meio da Arte da música e de atitudes coerentes e sábias. É de suas vidas inspiradas e também cheia de alegrias ousadas e criativas, que precisamos para reinventar o Brasil que sonhamos. Gil é a “mais perfeita tradução” deste sonho e seu mais leal artificie.

Não atoa escrevi um livro sobre ele e produzi seu belo disco “Gil Luminoso” voz & violão para iluminar o país que não saiu ainda da pratica do genocídio e da escravidão.

Que ele continue nos iluminando e nos ensinando a aprender a só SER!

(Texto de Bené Fonteles)

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Conheça também o Volume 1 de Poéticas da Quarentena:

Poéticas da Quarentena (PDF para download)

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