Campo Coletivo: Poro + Espaço Coringa + Gia + Cine Falcatrua + Laranjas + Base Móvel

Campo coletivo - Mariantonia/USP

“Campo Coletivo” é uma exposição que acontece no Mariantonia a partir de 27/3 de 2008, quinta-feira, às 20h e que reúne: Poro (Belo Horizonte/MG), Cine Falcatrua (Vitória/ES), Laranjas (Porto Alegre/RS), GIA (Salvador/BA) e Espaço Coringa (São Paulo/SP), sob curadoria de Fernanda Albuquerque e Gabriela Motta. Além da produção dos grupos, a exposição terá uma midiateca que agrupa materiais gráficos (panfletos, cartazes, registros e publicações produzidos pelos participantes), projeções de vídeo, ativações e biblioteca. A midiateca conta ainda com uma máquina de xerox e um computador para que seu conteúdo possa ser copiado pelos visitantes (leve seu DVD).

Além da exposição “Campo Coletivo”, mais três mostras individuais serão inauguradas no dia 27/3, dando início ao programa de exposições de 2008 do Mariantonia em São Paulo, SP:

– “Fotoformas e Suas Margens” de Geraldo de Barros
– “Fotografia de Rua” de Tuca Vieira
– “Tudo Que Eu Sei” de Leya Mira Brander.

abertura 27 mar 2008, às 20h
visitação 28 mar a 1 jun 2008
ter a sex, das 12h às 21h
sáb, dom e feriados, das 10 às 18h
entrada gratuita

O Mariantonia fica na R. Maria Antonia, 294, Vila Buarque. ver mapa
Mais informações:, tels. (11) 3255-5538 / 7182.
www.usp.br/mariantonia

Campo Coletivo

A exposição reúne cinco coletivos formados por um total de vinte e quatro pessoas, além de dois artistas que aderiram ao projeto na sua fase final. O caráter colaborativo das propostas artísticas se fez sentir mesmo no processo de definição da mostra, um campo de trabalho criado há cerca de um ano que agora pretende abrir-se, mais do que se mostrar, para a coletividade da cidade.

Poro (Belo Horizonte), Cine Falcatrua (Vitória), Laranjas (Porto Alegre), GIA (Salvador) e Espaço Coringa (São Paulo) são os grupos que formam os vértices dessa engrenagem, posta em movimento a partir da definição de um espaço ativo. Elaborada para funcionar como uma espécie de ponto de partida e de chegada, a reunião de materiais apresentados no Maria Antonia tem sido chamada carinhosamente de midiateca, um lugar de conversa e consulta que se organiza em quatro núcleos: materiais gráficos, projeções, ativações e biblioteca. Esta última integra o projeto Arte e Esfera Pública, de Graziela Kunsch e Vitor Cesar.

As peças gráficas, os vídeos e os livros poderão não só ser observados pelo público, mas também copiados. Assim se reafirma o caráter propagador das ideias desenvolvidas pelos coletivos e a bandeira copyleft presente em muitos de seus trabalhos, bem como se busca a participação do visitante a partir de uma escolha voluntária dessas possibilidades de reprodução.

Por fim, as ativações (ações, conversas, oficinas) serão realizadas no decorrer da mostra, trazendo para o espaço do Maria Antonia, ou suas imediações, a possibilidade da experiência artística – e potencializando o sentido da exposição como um lugar de reflexão sobre a atuação coletiva hoje no campo das artes.

Fernanda Albuquerque e Gabriela Mota
curadoras

Dinheiro fácil

“Tem Crédito?” – Panfleto criado pelo Poro para a exposição. O panfleto será distribuído durante a mostra, e também poderá ser xerocado e redistribuído pelo público.

O Poro participa ainda com os trabalhos “Propaganda politica dá lucro!!!”, “Arranque a etiqueta de sua roupa”, “Interruptores para postes de luz”, “Siga sem pensar”, “Ver é engolir?”, “Azulejos de papel” e com os vídeos “Rua imagem espaço” e “Desenhando no vento