Cartografia Imaginária: A Cidade e suas Escritas

Exposição Cartografia Imaginária: a cidade e suas escritas

Sesc Palladium recebe a exposição “Cartografia imaginária: a cidade e suas escritas” que apresenta um olhar contemporâneo sobre a história urbana, literária e visual de Belo Horizonte. A exposição será inaugurada na Galeria de Arte GTO do Sesc Palladium, no dia 11 de maio, às 18h30 com curadoria de Marconi Drummond e Maurício Meirelles.

Participam os artistas, arquitetos e fotógrafos: André Burian, Ariel Ferreira, Artur Barrio, Beatriz Magalhães, Bruno Santa Cecilia, C. Nunes, Camila Félix, Carlos Teixeira, Celso Werneck, Daniel Escobar, Estêvão Lunardi, Fernando Maculan, Francisco Soucasaux, Fred Tonucci, Frederico Morais, Genevieve Naylor, Geraldo Alves, Guilherme Mansur, Herculano de Souza, Isabela Prado, João de Almeida Ferber, Luís Olivieri, Manfredo Souzanetto, Marcel Gautherot, Marcelo Drummond, Márcio Sampaio, Mary Vieira, Nula Nonato Neves, Nydia Negromonte, Oscar Niemeyer, Pedro Nava, Pedro Vieira & Thiago Horário, Piseagrama, Poro (Brígida Campbell e Marcelo Terça-Nada!), Renata Marquez, Renato de Lima, Roberto Andrés, Samantha Cristoforetti, Sebastião Nunes, Sylvia Amélia, Tarsila do Amaral, Thiago (Kid Azucrina!) Campos, Thomaz Farkas, Wellington Cançado, Wilson Baptista.

Baseada na ideia de “mapas literários”, a mostra Cartografia Imaginária: a cidade e suas escritas, investiga as relações entre cidade concreta e cidade imaginária, num jogo de significados que envolve afirmações e ausências, contaminações e recusas. Explorando interseções da literatura com outras linguagens artísticas, seu objetivo é mostrar como – paralelamente ao espaço urbano e às formas objetivas de representá-lo – uma outra cidade, feita de palavras e imagens, vem sendo construída pela imaginação de seus narradores.
A partir de um acervo múltiplo, constituído por elementos iconográficos (mapas, pinturas, fotografias, lambes, stickers etc.), literários (primeiras edições de livros, jornais e revistas; poemas e trechos de narrativas), audiovisuais (vídeos, animações) e de artes visuais, a intenção da curadoria é lançar um olhar contemporâneo sobre a história urbana da capital.

Sobre a exposição

Cartografia Imaginária investiga as relações entre a Belo Horizonte concreta e a imaginária, articulando história urbana, literária e visual. Explorando interseções da literatura com outras linguagens artísticas, a exposição traça um paralelo entre o espaço edificado (e suas formas objetivas de representá-lo) e uma cidade feita de palavras e imagens.

Ao sobrepor mídias diversas e estabelecer conexões entre obras de tempos distintos, a exposição operou como uma pesquisa em processo que se torna disponível ao público. Como um caderno de notas de um pesquisador, a exposição se organiza em uma cartografia de núcleos expositivos, linhas temporais e ramificações rizomáticas que desafiam a cronologia e, portanto, o percurso linear de leitura da exposição. Nesse sentido, pensamos que o projeto expográfico devesse espacializar, por meio da recursos arquitetônicos e gráficos, o diagrama resultante da leitura e das conexões propostas pela exposição.

As obras foram agrupadas em oito núcleos demarcados por cores e especialidades específicas materializadas por uma família de mobiliários desenhados especificamente para a exposição. A disposição de combinações variadas desses elementos da arquitetura existente da galeria gerou novas superfícies de suporte, nichos, permeabilidades, percursos e dinâmicas de leitura e de ocupação do espaço.

Serviço:

O que: Exposição Cartografia Imaginária: A Cidade e suas Escritas
Quando: de 12 de maio a 08 de julho de 2018.
Horas: de terça à domingo, das 09:00 às 21:00 h.
Onde: Galeria de Arte GTO, Sesc Palladium – Av. Augusto de Lima, n o 420, Centro.
Belo Horizonte, MG.
Informações: www.sescmg.com.br. Telefone: (31) 3270-8100.

Fontes: Material impresso da exposição, site do Micrópolis e reportagem do jornal Hoje em Dia.

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